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28
Março
2016

Juiz paranaense recebe medalha na comemoração de 64 anos do BPTran/PR

13:24 hs

 

O juiz de São José dos Pinhais, Augusto Gluszczak Junior recebeu a medalha “Mérito do Trânsito Urbano” por ocasião da comemoração de 64 anos do BPTran – Polícia Militar do Paraná.

 

A honraria foi concedida em função do trabalho do magistrado na área de trânsito, especialmente com o Programa “Justiça e Sobriedade no Trânsito”.

 

A medalha foi entregue pelo comandante-Geral da PM, coronel Maurício Tortato - e pelo comandante do BPTran/PR, coronel Valterlei Mattos de Souza. O magistrado foi o único civil (não militar) a receber a honrosa medalha.

Projeto - No momento da prisão, o autuado é notificado para comparecer não compulsoriamente em Juízo para a realização de uma “audiência integrada”, na qual já se praticam diversos atos: oferecimento e recebimento da denúncia; citação; resposta à acusação (caso a Defesa entenda que não necessita dos 10 dias previstos pelo Código de Processo Penal); ratificação do recebimento da denúncia; e concessão de suspensão condicional do processo ou designação audiência de instrução e julgamento.

A segunda parte, por sua vez, inicia-se com uma entrevista (triagem) realizada por profissionais de psicologia e pedagogia da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais. Na sequência, o acusado participa de um ciclo de palestras ministradas por especialistas de saúde, especialmente psicólogos e enfermeiros, da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, oficiais do Batalhão de Polícia de Trânsito da Polícia Militar do Estado do Paraná, palestrantes do DETRAN/PR, palestrantes dos A.A. (Alcoólicos Anônimos), oficiais da 1ª Companhia do 17º Batalhão de Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros local. Os acusados ouvem relatos de vítimas do trânsito ou de parentes destas.

Em seguida, o acusado, que é tratado como colaborador, é encaminhado para o Hospital Municipal São José para ter contato direto com vítimas de acidentes de trânsito. Nessa etapa, o colaborador irá, por exemplo, empurrar macas e cadeiras de rodas, atender parentes de pessoas acidentadas, exercer atividades administrativas para aprender como funciona o Hospital. “O contato direto do acusado/colaborador com as vítimas, no leito hospitalar, vivenciando as consequências de se dirigir embriagado, pode ter um efeito extremamente positivo na busca de conscientização por um trânsito mais seguro”, afirma Gluszczak.

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