Atuação do juiz Marcelo Quetin determina prisão de suspeitos de sequestro a gerentes de bancos no PR e em SC

Rômulo Cardoso Quinta, 26 Julho 2018

A célere atuação do juiz Marcelo Quentin, com a apurada análise do caso e expedição de mandados, foi determinante para que a Polícia Civil prendesse suspeitos de sequestrar gerentes de bancos nos estados do Paraná e Santa Catarina. Destaque, ainda, para o Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre), unidade de elite da Polícia Civil do Paraná, na condução da “Operação Jaguar” – que contou com o apoio da Delegacia de Polícia Civil de Jaguariaíva.


Como explica o magistrado à AMAPAR, foram quase dois meses de intensa investigação chefiada pelo delegado Derick Moura Jorge, com apoio do TIGRE.


No período foram decretadas pelo magistrado Marcelo Quentin nove prisões preventivas, expedidos cinco alvarás de autorização de coleta de dados de aparelhos eletrônicos, eventualmente apreendidos com os investigados, três alvarás de autorização de utilização da chamada ação controlada. “Técnica muito utilizada pela Polícia Federal na Operação Lava-Jato”, explica. Também foi possível a quebra de sigilo de dados e interceptação telefônica dos prefixos utilizados pelos investigados, de sigilo de whatsapp, de ERB e expedidos 16 mandados de busca e apreensão para 27 endereços.


“A atuação rápida do Judiciário na análise dos pedidos formulados pelo Dr. Derick Moura Jorge possibilitou que a atuação da polícia não restasse infrutífera”, conta o juiz.


OPERAÇÃO JAGUAR - Os policiais apreenderam um fuzil, três pistolas, um revólver, farta munição, três coletes a prova de bala, quase R$ 250 mil em espécie, balaclavas, luvas, além de 3,8 quilos de crack. Duas motos e cinco carros comprados com o dinheiro roubado foram apreendidos e outros quatro veículos roubados e/ou furtados pela quadrilha para o cometimento dos sequestros foram recuperados. A operação aconteceu em Curitiba, Matinhos, Ponta Grossa e Itajaí.

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