O Programa mais Recente:

  • Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Tiago Lisboa Mendonça

    Data do Programa:

    Quinta, 08 Fevereiro 2018

    Tema:

    Atuação do Gaeco

    O Justiça Para Todos conversou, nesta quinta-feira (08), com o promotor Tiago Lisboa Mendonça, coordenador da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Na oportunidade, ele explicou aos ouvintes sobre as competências e a atuação do órgão: “O trabalho desenvolvido pelo Gaeco é atuar em um nicho muito específico que é a área de combate à criminalidade organizada”.
    Durante a conversa, o promotor também comentou sobre o panorama atual da criminalidade nas áreas de fronteira, mais especificamente em Foz do Iguaçu. “É uma teia muito grande de crimes que se relacionam com essa posição geográfica, e isso demanda uma atuação bem específica do Gaeco”, observa. Tiago avaliou, ainda, os desafios no trabalho desenvolvido pelo órgão nessa região.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Violência obstétrica é tema de edição do Justiça Para Todos

Quarta, 28 Junho 2017

Violência obstétrica é tema de edição do Justiça Para Todos

Tema:

Violência obstétrica

Entrevistado:

Mariana Bazzo

O programa Justiça Para Todos recebeu, nesta quarta-feira (28), a promotora de Justiça Mariana Bazzo, coordenadora do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero do Ministério Público do Paraná. Ela trouxe aos ouvintes mais informações sobre violência obstétrica, esclarecendo os principais direitos da gestante no período da gravidez e, também, durante e após o parto. A promotora elencou, ainda, as principais obrigações dos estabelecimentos de saúde no atendimento à mulher: “Os hospitais e maternidades devem providenciar condições para que a gestante tenha o direito a acompanhante respeitado, para que ela tenha um plano de parto elaborado e respeitado, justificando ações e medidas em desacordo com o planejado”, observa.
Na oportunidade, Mariana também definiu que tipos de prática caracterizam a violência obstétrica, relacionando-a com a desigualdade de gênero no país: “Todas essas questões que envolvem o corpo da mulher, de uma maneira específica, têm a ver com a violência e desigualdade de gênero – na qual está incluída, sem dúvida nenhuma, a violência obstétrica”, comenta a promotora. Ela explicou, ainda, o conceito e a importância do parto humanizado, e discutiu sobre os principais desafios do Poder Judiciário, do sistema de saúde e da gestão pública no combate à violência obstétrica. Por fim, a promotora avaliou a atuação do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero, do Ministério Público, na proteção da mulher gestante.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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