O Programa mais Recente:

  • Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos esclarece dúvidas sobre medidas protetivas

    Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos esclarece dúvidas sobre medidas protetivas

    Entrevistado:

    Zilda Romero

    Data do Programa:

    Quarta, 22 Novembro 2017

    Tema:

    Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa

    Continuando o especial sobre a Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa, o Justiça Para Todos conversou com a juíza Zilda Romero, que trouxe mais informações sobre o combate à violência doméstica e familiar. “Nós todos sabemos que em nossa sociedade ainda há muita desigualdade entre o homem e a mulher. Apesar de todos os avanços, a mulher ainda sofre discriminação em todos os âmbitos”, reflete. A magistrada também explicou aos ouvintes quais são os tipos mais comuns de agressão doméstica e familiar, e ressaltou a importância da Lei Maria da Penha no combate a essa forma de violência. “Foi uma das maiores conquistas às mulheres adeptas em movimentos dos direitos iguais. A mulher não quer privilégios; ela quer igualdade de direitos”, observa.
    Na oportunidade, a juíza também esclareceu o que são medidas protetivas e de que maneira a vítima pode fazer uma denúncia de violência doméstica e familiar. Por fim, Zilda destacou a necessidade de haver uma conscientização e participação de toda a comunidade no enfrentamento à violência contra a mulher e à desigualdade de gênero: “Precisamos que haja um engajamento de toda a sociedade, em todas as áreas, para um enfrentamento a essa forma de violência. É um compromisso de todos”, conclui.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Violência obstétrica é tema de edição do Justiça Para Todos

Quarta, 28 Junho 2017

Violência obstétrica é tema de edição do Justiça Para Todos

Tema:

Violência obstétrica

Entrevistado:

Mariana Bazzo

O programa Justiça Para Todos recebeu, nesta quarta-feira (28), a promotora de Justiça Mariana Bazzo, coordenadora do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero do Ministério Público do Paraná. Ela trouxe aos ouvintes mais informações sobre violência obstétrica, esclarecendo os principais direitos da gestante no período da gravidez e, também, durante e após o parto. A promotora elencou, ainda, as principais obrigações dos estabelecimentos de saúde no atendimento à mulher: “Os hospitais e maternidades devem providenciar condições para que a gestante tenha o direito a acompanhante respeitado, para que ela tenha um plano de parto elaborado e respeitado, justificando ações e medidas em desacordo com o planejado”, observa.
Na oportunidade, Mariana também definiu que tipos de prática caracterizam a violência obstétrica, relacionando-a com a desigualdade de gênero no país: “Todas essas questões que envolvem o corpo da mulher, de uma maneira específica, têm a ver com a violência e desigualdade de gênero – na qual está incluída, sem dúvida nenhuma, a violência obstétrica”, comenta a promotora. Ela explicou, ainda, o conceito e a importância do parto humanizado, e discutiu sobre os principais desafios do Poder Judiciário, do sistema de saúde e da gestão pública no combate à violência obstétrica. Por fim, a promotora avaliou a atuação do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero, do Ministério Público, na proteção da mulher gestante.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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