O Programa mais Recente:

  • Associações sindicais são tema de edição do Justiça Para Todos

    Associações sindicais são tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Sandro Lunard Nicoladeli

    Data do Programa:

    Segunda, 17 Julho 2017

    Tema:

    Associações sindicais

    O Justiça Para Todos conversou, nesta segunda-feira (17), com o advogado e professor Sandro Lunard Nicoladeli, que trouxe aos ouvintes mais informações sobre associações sindicais. Contextualizando historicamente o funcionamento e a atuação dos sindicatos no Brasil, o advogado elencou as leis que garantem, no sistema jurídico do país, o direito à liberdade sindical, bem como as principais normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) referentes a esse tipo de associação.
    Nicoladeli também esclareceu dúvidas recorrentes relacionadas ao tema, como a diferença entre sindicatos e associações profissionais, a função dos sindicatos patronais e os tipos de contribuição sindical previstos na legislação brasileira. O advogado discutiu, também, a importância desse tipo de associação na fiscalização das condições de trabalho, bem como na mediação entre as ações do Estado e os interesses dos trabalhadores. “Os sindicatos cumprem um papel importantíssimo como um agente de regulação do mercado de trabalho, e cumprem um papel fundamental, também, de ser a voz e a interlocução política dos trabalhadores na sociedade”, comenta.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Violência obstétrica é tema de edição do Justiça Para Todos

Quarta, 28 Junho 2017

Violência obstétrica é tema de edição do Justiça Para Todos

Tema:

Violência obstétrica

Entrevistado:

Mariana Bazzo

O programa Justiça Para Todos recebeu, nesta quarta-feira (28), a promotora de Justiça Mariana Bazzo, coordenadora do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero do Ministério Público do Paraná. Ela trouxe aos ouvintes mais informações sobre violência obstétrica, esclarecendo os principais direitos da gestante no período da gravidez e, também, durante e após o parto. A promotora elencou, ainda, as principais obrigações dos estabelecimentos de saúde no atendimento à mulher: “Os hospitais e maternidades devem providenciar condições para que a gestante tenha o direito a acompanhante respeitado, para que ela tenha um plano de parto elaborado e respeitado, justificando ações e medidas em desacordo com o planejado”, observa.
Na oportunidade, Mariana também definiu que tipos de prática caracterizam a violência obstétrica, relacionando-a com a desigualdade de gênero no país: “Todas essas questões que envolvem o corpo da mulher, de uma maneira específica, têm a ver com a violência e desigualdade de gênero – na qual está incluída, sem dúvida nenhuma, a violência obstétrica”, comenta a promotora. Ela explicou, ainda, o conceito e a importância do parto humanizado, e discutiu sobre os principais desafios do Poder Judiciário, do sistema de saúde e da gestão pública no combate à violência obstétrica. Por fim, a promotora avaliou a atuação do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero, do Ministério Público, na proteção da mulher gestante.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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