O Programa mais Recente:

  • Rubens Glezer fala sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal

    Rubens Glezer fala sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal

    Entrevistado:

    Rubens Glezer

    Data do Programa:

    Quinta, 14 Junho 2018

    Tema:

    Atuação do Supremo Tribunal Federal

    O tema discutido no Justiça para Todos, desta quinta-feira (14), foi a atuação do Supremo Tribunal Federal. Quem trouxe mais informações sobre o assunto foi Rubens Glezer, professor e coordenador do centro de pesquisa da FGV Direito SP, Supremo em Pauta. O professor explicou, aos ouvintes da rádio Educativa, qual é o papel desempenhado pelo STF dentro do Poder Judiciário brasileiro. Além disso, falou sobre os casos mais polêmicos julgados pelo Supremo no primeiro semestre de 2018. Durante a entrevista, Glezer opinou ainda sobre algumas críticas à Suprema Corte, que vem sendo feitas nos últimos anos como, por exemplo, a interferência excessiva no Legislativo, uma atuação partidária e a morosidade na tramitação dos processos. Com relação aos pontos positivos na atuação do STF, o professor declarou: “Temos no momento muito mais coisas negativas para dizer, mas de positivo vale a pena destacar que há uma esforço do Tribunal de promover transparência e publicidade. Desde a criação da TV Justiça, na qual você pode acompanhar os julgamentos no plenário ao vivo, até o fato de que antes você não tinha previsibilidade das pautas de julgamento e hoje podemos saber quais casos serão julgados. Isso é muito importante para fomentar um certo debate público”. Confira aqui a entrevista na íntegra.

Violência obstétrica é tema de edição do Justiça Para Todos

Quarta, 28 Junho 2017

Violência obstétrica é tema de edição do Justiça Para Todos

Tema:

Violência obstétrica

Entrevistado:

Mariana Bazzo

O programa Justiça Para Todos recebeu, nesta quarta-feira (28), a promotora de Justiça Mariana Bazzo, coordenadora do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero do Ministério Público do Paraná. Ela trouxe aos ouvintes mais informações sobre violência obstétrica, esclarecendo os principais direitos da gestante no período da gravidez e, também, durante e após o parto. A promotora elencou, ainda, as principais obrigações dos estabelecimentos de saúde no atendimento à mulher: “Os hospitais e maternidades devem providenciar condições para que a gestante tenha o direito a acompanhante respeitado, para que ela tenha um plano de parto elaborado e respeitado, justificando ações e medidas em desacordo com o planejado”, observa.
Na oportunidade, Mariana também definiu que tipos de prática caracterizam a violência obstétrica, relacionando-a com a desigualdade de gênero no país: “Todas essas questões que envolvem o corpo da mulher, de uma maneira específica, têm a ver com a violência e desigualdade de gênero – na qual está incluída, sem dúvida nenhuma, a violência obstétrica”, comenta a promotora. Ela explicou, ainda, o conceito e a importância do parto humanizado, e discutiu sobre os principais desafios do Poder Judiciário, do sistema de saúde e da gestão pública no combate à violência obstétrica. Por fim, a promotora avaliou a atuação do Núcleo de Promoção da Igualdade de Gênero, do Ministério Público, na proteção da mulher gestante.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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