O Programa mais Recente:

  • O terceiro setor e sua relevância para a sociedade

    O terceiro setor e sua relevância para a sociedade

    Entrevistado:

    Terezinha de Jesus de Souza Signorini

    Data do Programa:

    Quarta, 20 Março 2019

    Tema:

    Terceiro setor

    O terceiro setor foi o assunto debatido pelo Justiça para Todos, nesta quarta-feira (20). A promotora de Justiça, Terezinha de Jesus de Souza Signorini, atuante no CAOP do Ministério Publico referente ao tema, trouxe mais informações e esclarecimentos sobre o assunto, explicando os tipos de entidades que integram o terceiro setor e suas principais características. Durante a entrevista, a convidada também apontou os benefícios trazidos para a sociedade através do terceiro setor e falou sobre como o Estado incentiva as suas atividades. No que se refere as responsabilidades das entidades, com relação ao usuário do serviço oferecido pelo terceiro setor, Terezinha pontuou: “Se eventualmente algum dirigente cometer alguma irregularidade que prejudique a instituição ele pode ser punido. O usuário que se sentir lesado pode procurar um advogado, defensor público ou mesmo o Ministério Público, que em algumas situações, pode atender essa demanda” Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Saiba o que é racismo institucional e de que forma ele está presente na sociedade

Quinta, 07 Março 2019

Saiba o que é racismo institucional e de que forma ele está presente na sociedade

Tema:

Racismo institucional

Entrevistado:

Amanda Ribeiro dos Santos

Na quinta-feira (07) o Justiça para Todos conversou com a promotora de justiça, Amanda Ribeiro dos Santos, sobre o combate ao racismo institucional. A convidada deu início a entrevista explicando o conceito de racismo institucional e de que forma ele está presente na sociedade brasileira. Amanda também falou a respeito das politicas públicas desenvolvidas atualmente, que visam a desconstrução do racismo e promovem a igualdade, como por exemplo, as cotas raciais nas universidades. Além de apontar as possíveis punições previstas pela lei a quem comete o crime de racismo, Amanda falou a respeito do silêncio como um fator que dificulta o combate deste preconceito:“O silêncio é justamente um dos instrumentos de perpetuação do racismo institucional. Porque não se quer falar, não se pode falar e há um incomodo ao falar”, ressaltou a promotora. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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