O Programa mais Recente:

  • Conheça o trabalho realizado pelo Ministério Público no atendimento à população em estado de rua

    Conheça o trabalho realizado pelo Ministério Público no atendimento à população em estado de rua

    Entrevistado:

    Cinthia Azevedo Campos

    Data do Programa:

    Quarta, 19 Setembro 2018

    Tema:

    Atendimento às pessoas em situação de rua

    Nesta quarta-feira (19) a defensora pública, Cinthia Azevedo Campos, conversou com o Justiça para Todos sobre o trabalho realizado pela Defensoria Pública do Paraná, através do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos, no atendimento às pessoas em situação de rua. Cinthia deu início a entrevista falando sobre as maiores dificuldades encontradas pela Defensoria ao realizar este trabalho e o perfil dos moradores de rua da cidade de Curitiba. Na oportunidade, a entrevistada também discorreu a respeito de medidas que levem a redução do número de moradores de rua. Questionada sobre a dificuldade em recuperar o vínculo dessa população com a sociedade, a defensora ressaltou:“O vínculo não se perdeu. Essa pessoa está vinculada a sociedade, mas de uma forma mais marginalizada. Ela continua sendo uma geradora de renda, mas a renda dela é informal. Ela lava carro, cuida de carro, recolhe o lixo para reciclagem, então dentro da questão da sociedade, ela ainda está vinculada”.  Confira a entrevista na íntegra. 

Prisão domiciliar é tema de edição do Justiça Para Todos

Sexta, 02 Março 2018

Prisão domiciliar é tema de edição do Justiça Para Todos

Tema:

Prisão domiciliar

Entrevistado:

Mariana Michelotto

Nesta sexta-feira (02), o Justiça Para Todos recebeu nos estúdios da Rádio éParaná a advogada Mariana Michelotto, que trouxe aos ouvintes mais informações sobre prisão domiciliar. Explicando, primeiramente, quais são as modalidades de cumprimento de pena previstas na legislação brasileira, ela especificou em que casos normalmente ocorre a substituição da pena em regime fechado para a prisão domiciliar, bem como em quais tipos de crime essa modalidade não pode ser aplicada.
A advogada também falou sobre as condições mais comuns aplicadas pelo juiz para o cumprimento da prisão domiciliar, destacando as vantagens do monitoramento por meio da tornozeleira eletrônica. “Esse aparelho permite que ocorra a fiscalização pelas autoridades públicas de que o condenado esteja efetivamente cumprindo as determinações e condições impostas pelo juiz”, comenta. Mariana identificou, ainda, as falhas no cumprimento e na fiscalização da prisão domiciliar no país, pontuando o que precisa ser aprimorado nesse sistema.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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