O Programa mais Recente:

  • Conheça o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil

    Conheça o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil

    Entrevistado:

    Sérgio Kreuz

    Data do Programa:

    Quinta, 19 Julho 2018

    Tema:

    Aplicativo para adoção

    O Justiça para Todos desta quinta- feira (19) conversou com o juiz Sérgio Kreuz sobre o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil, lançado no dia 25 de maio, em comemoração ao dia nacional da adoção. O magistrado iniciou a conversa explicando o motivo pelo qual houve a necessidade da criação do aplicativo, seu funcionamento na prática e o principal objetivo da ferramenta, que é dar visibilidade as adoções chamadas “difíceis” como, por exemplo, de crianças e adolescentes mais velhos e grupos de irmãos.

    O processo de produção do conteúdo, como vídeos e fotos das crianças, disponível no aplicativo para consulta exclusiva dos pretendentes também foi abordado durante a entrevista. O juiz falou sobre os cuidados necessários para a produção desse conteúdo, com o objetivo de não criar falsas esperanças para a criança. Com relação aos benefícios trazidos pelo aplicativo ao sistema de adoção brasileiro, Kreuz ressaltou: “A criança tem direito, de acordo com a Constituição, de viver em uma família, e para isso nós precisamos buscar alternativas. O aplicativo vem nessa direção para tentar viabilizar a convivência familiar dessas crianças e adolescentes”. Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos traz mais informações sobre “stalking”

Sexta, 27 Outubro 2017

Justiça Para Todos traz mais informações sobre “stalking”

Tema:

Stalking

Entrevistado:

Mário Luiz Ramidoff

O Justiça Para Todos conversou, nesta sexta-feira (27), com o desembargador Mário Luiz Ramidoff, que trouxe mais informações sobre a prática do “stalking”, bastante discutida atualmente. O magistrado, que recentemente lançou um livro sobre o assunto, explicou aos ouvintes o significado do termo: “O stalking é uma nova prática delitiva em que o agressor faz um controle sobre a vítima. A diferença é que ele não é conhecido da vítima, não estuda ou trabalha com ela”. O desembargador também citou as ações mais comuns praticadas pelo stalker, esclarecendo, ainda, as diferenças entre essa e outras práticas como o bullying.
Na entrevista, o magistrado também avaliou a relação entre as novas interações sociais e a incidência do “stalking”. “Com a facilitação dos meios de comunicação, as pessoas se tornam cada vez mais visíveis, passando a ser alvos dessas pessoas”, comenta. O desembargador, por fim, analisou como essa prática é interpretada, atualmente, no sistema jurídico brasileiro e de outros países.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

bemapbjudibamb403069308 jusprevlogo