O Programa mais Recente:

  • Procurador fala sobre combate ao trabalho escravo

    Procurador fala sobre combate ao trabalho escravo

    Entrevistado:

    Alberto Emiliano de Oliveira Neto

    Data do Programa:

    Quinta, 19 Abril 2018

    Tema:

    Trabalho Escravo

    O combate ao trabalho escravo foi o tema do Justiça para Todos da quinta-feira (19). O procurador do trabalho Alberto Emiliano de Oliveira Neto explicou aos ouvintes o que significa falarmos em trabalho escravo nos dias atuais. “Temos que compreender a escravidão moderna como violação dos direitos fundamentais”, afirmou e complementou: “Especificamente, podemos definir três hipóteses que caracterizam efetivamente o trabalho escravo: a jornada exaustiva, a condição degradante e a restrição da liberdade de ir e vir”. Na oportunidade, o procurador ainda traçou um panorama sobre a evolução histórica do combate ao trabalho escravo no Brasil e pontuou alguns avanços que ocorreram nos últimos anos. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Justiça Para Todos traz mais informações sobre “stalking”

Sexta, 27 Outubro 2017

Justiça Para Todos traz mais informações sobre “stalking”

Tema:

Stalking

Entrevistado:

Mário Luiz Ramidoff

O Justiça Para Todos conversou, nesta sexta-feira (27), com o desembargador Mário Luiz Ramidoff, que trouxe mais informações sobre a prática do “stalking”, bastante discutida atualmente. O magistrado, que recentemente lançou um livro sobre o assunto, explicou aos ouvintes o significado do termo: “O stalking é uma nova prática delitiva em que o agressor faz um controle sobre a vítima. A diferença é que ele não é conhecido da vítima, não estuda ou trabalha com ela”. O desembargador também citou as ações mais comuns praticadas pelo stalker, esclarecendo, ainda, as diferenças entre essa e outras práticas como o bullying.
Na entrevista, o magistrado também avaliou a relação entre as novas interações sociais e a incidência do “stalking”. “Com a facilitação dos meios de comunicação, as pessoas se tornam cada vez mais visíveis, passando a ser alvos dessas pessoas”, comenta. O desembargador, por fim, analisou como essa prática é interpretada, atualmente, no sistema jurídico brasileiro e de outros países.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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