O Programa mais Recente:

  • Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Tiago Lisboa Mendonça

    Data do Programa:

    Quinta, 08 Fevereiro 2018

    Tema:

    Atuação do Gaeco

    O Justiça Para Todos conversou, nesta quinta-feira (08), com o promotor Tiago Lisboa Mendonça, coordenador da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Na oportunidade, ele explicou aos ouvintes sobre as competências e a atuação do órgão: “O trabalho desenvolvido pelo Gaeco é atuar em um nicho muito específico que é a área de combate à criminalidade organizada”.
    Durante a conversa, o promotor também comentou sobre o panorama atual da criminalidade nas áreas de fronteira, mais especificamente em Foz do Iguaçu. “É uma teia muito grande de crimes que se relacionam com essa posição geográfica, e isso demanda uma atuação bem específica do Gaeco”, observa. Tiago avaliou, ainda, os desafios no trabalho desenvolvido pelo órgão nessa região.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos fala sobre os 10 anos de funcionamento do Projudi no TJPR

Quarta, 09 Agosto 2017

Justiça Para Todos fala sobre os 10 anos de funcionamento do Projudi no TJPR

Tema:

Sistema Projudi

Entrevistado:

Marcelo Gobbo Dalla Dea

Nesta quarta-feira (09), o Justiça Para Todos conversou com o desembargador Marcelo Gobbo Dalla Dea, supervisor geral do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do Tribunal de Justiça do Paraná. Ele trouxe aos ouvintes mais informações sobre o Projudi, sistema que funciona há 10 anos no estado. “O Projudi é um sistema digital que substitui o processo físico por um totalmente digitalizado”, explica o magistrado, comentando também sobre a abrangência e os resultados da ferramenta. “No Paraná, os processos andam a 30% do tempo que os processos físicos andam em qualquer outro lugar do país”, destaca.
O desembargador ainda discutiu, durante a conversa, sobre a importância da busca pela agilidade na tramitação dos processos, avaliando os desafios do Poder Judiciário nessa adaptação a novos modelos. “É preciso que se saiba que a tecnologia é uma ferramenta de auxílio, mas não é uma solução. Não existe nada que substitua o talento pessoal do operador do Direito”, ressalta. O magistrado comentou, também, sobre o funcionamento do Processo Judicial Eletrônico (PJe) – sistema desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça –, e refletiu sobre as medidas a serem adotadas para o constante aprimoramento do Judiciário na agilidade dos processos.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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