O Programa mais Recente:

  • Conheça o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Conheça o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Entrevistado:

    Samia Saad Galotti Bonavides

    Data do Programa:

    Terça, 22 Janeiro 2019

    Tema:

    Trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Nesta terça-feira (22), o Justiça para Todos conversou com a procuradora de justiça Samia Saad Galotti Bonavides sobre o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do Ministério Público do Paraná. A convidada deu início a entrevista explicando o que são os métodos alternativos de resolução de conflitos, os principais objetivos da iniciativa do MPPR e como funcionará na prática o trabalho realizado pelo Núcleo. Além de falar sobre a importância da política de incentivo e aperfeiçoamento dos mecanismos de autocomposição, Samia apontou os benefícios que estas práticas trazem a sociedade. Com relação aos planos para o ano de 2019, a procuradora ressaltou: “Os planos são no sentido do Núcleo se consolidar e principalmente, conseguir estimular e atuar em composição na área dos direitos difusos e coletivos”.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Justiça para Todos conversa com o desembargador Marcelo Gobbo Della Déa sobre a investigação em ambientes digitais

Sexta, 27 Julho 2018

Justiça para Todos conversa com o desembargador Marcelo Gobbo Della Déa sobre a investigação  em ambientes digitais

Tema:

Investigação em ambientes digitais

Entrevistado:

Marcelo Gobbo Della Déa

Investigação criminal no ambiente digital foi o tema abordado no Justiça para Todos, na sexta-feira (27). O desembargador Marcelo Gobbo Della Déa trouxe mais informações e esclarecimentos sobre o assunto aos ouvintes da rádio Educativa. Questões como os tipos de crimes que podem ser cometido em ambientes digitais, quais órgãos são responsáveis pela investigação e como o Brasil atua em parceria com outros países na investigação de crimes cibernéticos foram esclarecidas pelo magistrado. Além de explicar como acontece a identificação do internauta infrator, o desembargador deu orientações sobre os cuidados que devem ser tomados ao utilizarmos a internet. Com relação a adequação da legislação brasileira nessa área, ele ressaltou: “Nossa legislação deu bons avanços. O Marco Civil da Internet foi um avanço muito importante, as próprias mudanças do Código Penal de processo penal ajudaram bastante. Mas é preciso que haja um investimento na modernização da legislação no que tange algumas definições jurídicas”. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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