O Programa mais Recente:

  •   Juiz Ricardo José Lopes fala sobre o combate ao racismo

    Juiz Ricardo José Lopes fala sobre o combate ao racismo

    Entrevistado:

    Ricardo José Lopes

    Data do Programa:

    Quarta, 14 Novembro 2018

    Tema:

    Combate ao racismo

    O juiz da comarca de Matinhos, Ricardo José Lopes, conversou com o Justiça para Todos, nesta quarta-feira (14) sobre o combate ao racismo no Brasil. O convidado deu início a entrevista explicando aos ouvintes da rádio Paraná Educativa o que a lei brasileira considera como racismo, quais são as penalidades previstas em lei para este crime e o que uma pessoa que é vítima de alguma conduta racista pode fazer para denunciar. O magistrado trouxe ainda uma reflexão sobre a dificuldade de se combater o racismo no Brasil, visto a relutância para assumi-lo como um problema social. O juiz falou também como a sua experiência pessoal perpassa pela temática, citando algumas situações em que foi vítima do racismo. Na oportunidade, ele destacou o evento recentemente realizado no litoral paranaense, o “Paranaguá em Movimento pela Igualdade Racial”, que comemorou a criação do Conselho Municipal de promoção da igualdade racial. Confira a entrevista na íntegra. 

Entenda as diferenças entre união estável, namoro e o namoro qualificado

Segunda, 05 Novembro 2018

Entenda as diferenças entre união estável, namoro e o namoro qualificado

Tema:

união estável, namoro e namoro qualificado

Entrevistado:

Natália Bitencourt Gasparin e Priscila Barbiero

Nesta segunda-feira (5), o Justiça para Todos conversou com as advogadas Natália Bitencourt Gasparin e Priscila Barbiero sobre as diferenças entre a união estável, o namoro e o namoro qualificado. No que consiste a união estável, os requisitos para que ela seja configurada e os conceitos de namoro e namoro qualificado, foram questões explicadas pelas convidadas no início da entrevista. Com relação as características do chamado namoro qualificado, Priscila destacou: “O namoro qualificado muito se assemelha a uma união estável. As pessoas que vivem esse relacionamento têm uma convivência pública, contínua, duradoura, ou seja, vivem um relacionamento estável, mas elas não preenchem o requisito imprescindível para a configuração de união estável, elas não têm a intenção de constituir família”. Durante a entrevista, as convidadas também falaram sobre importância e os benefícios de se conceituar as relações românticas afetivas. Com relação ao casal ter conhecimento do que significa cada um desses institutos, Natália ressaltou:“É importante que as pessoas compreendam quais sãos as implicações das relações que estabelecem com o outro e as consequências caso haja dissolução desse vínculo, que pode se dar pela vido ou pela morte”. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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