O Programa mais Recente:

  • O terceiro setor e sua relevância para a sociedade

    O terceiro setor e sua relevância para a sociedade

    Entrevistado:

    Terezinha de Jesus de Souza Signorini

    Data do Programa:

    Quarta, 20 Março 2019

    Tema:

    Terceiro setor

    O terceiro setor foi o assunto debatido pelo Justiça para Todos, nesta quarta-feira (20). A promotora de Justiça, Terezinha de Jesus de Souza Signorini, atuante no CAOP do Ministério Publico referente ao tema, trouxe mais informações e esclarecimentos sobre o assunto, explicando os tipos de entidades que integram o terceiro setor e suas principais características. Durante a entrevista, a convidada também apontou os benefícios trazidos para a sociedade através do terceiro setor e falou sobre como o Estado incentiva as suas atividades. No que se refere as responsabilidades das entidades, com relação ao usuário do serviço oferecido pelo terceiro setor, Terezinha pontuou: “Se eventualmente algum dirigente cometer alguma irregularidade que prejudique a instituição ele pode ser punido. O usuário que se sentir lesado pode procurar um advogado, defensor público ou mesmo o Ministério Público, que em algumas situações, pode atender essa demanda” Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Entenda a logística do transporte brasileiro e como ela fortificou a greve dos caminhoneiros

Terça, 17 Julho 2018

Entenda a logística do transporte brasileiro e como ela fortificou a greve dos caminhoneiros

Tema:

Logística do transporte brasileiro

Entrevistado:

Bernardo Strobel Guimarães

O advogado e professor Bernardo Strobel Guimarães conversou com o Justiça para Todos, desta terça- feira (17). Bernardo trouxe informações aos ouvintes da rádio Educativa sobre a logística do transporte brasileiro, baseada em rodovias, e de que maneira ela fortificou a recente greve dos caminhoneiros, que afetou expressivamente a economia do país. Além de apontar os maiores prejuízos gerados pela greve, Guimarães também falou sobre outros modais alternativos de transporte que poderiam ser implantados no Brasil. Na oportunidade, o advogado ainda ressaltou:“O exercício do direito de greve de uma categoria não pode travar atividades essências. As rodovias são, aquilo que o Código Civil chama de bem de uso comum. Um bem que deve estar acessível a utilização de todos os interessados em exercer ali o seu direito de ir e vir. Quando você paralisa a utilização desse bem para esses resultados, você está desbordando do exercício legitimo de manifestação e aí o governo pode intervir”. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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