O Programa mais Recente:

  • Advogada Ana Paula Leal faz um balanço do primeiro ano da reforma trabalhista

    Advogada Ana Paula Leal faz um balanço do primeiro ano da reforma trabalhista

    Entrevistado:

    Ana Paula Leal

    Data do Programa:

    Quinta, 13 Dezembro 2018

    Tema:

    Reforma trabalhista

    A reforma trabalhista foi o tema debatido no Justiça para Todos, desta quinta-feira (13). A advogada Ana Paula Leal trouxe mais informações sobre o assunto e fez um balanço do primeiro ano da reforma aos ouvintes da rádio Educativa. As principais mudanças trazidas pela reforma, os impactos da mesma na justiça trabalhista e o papel do STF no processo de consolidação da nova reforma trabalhista, foram questões esclarecidas pela convidada no início da entrevista. Na oportunidade, Ana Paula também opinou com relação aos benefícios decorrentes da reforma: “O que vejo da reforma, é que ela veio para tentar facilitar a vida da empresa, dividiu as férias, trouxe o banco de horas, então isso facilita a tratativa da empresa com seus trabalhadores, sem que a empresa infrinja a legislação”. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Entenda a logística do transporte brasileiro e como ela fortificou a greve dos caminhoneiros

Terça, 17 Julho 2018

Entenda a logística do transporte brasileiro e como ela fortificou a greve dos caminhoneiros

Tema:

Logística do transporte brasileiro

Entrevistado:

Bernardo Strobel Guimarães

O advogado e professor Bernardo Strobel Guimarães conversou com o Justiça para Todos, desta terça- feira (17). Bernardo trouxe informações aos ouvintes da rádio Educativa sobre a logística do transporte brasileiro, baseada em rodovias, e de que maneira ela fortificou a recente greve dos caminhoneiros, que afetou expressivamente a economia do país. Além de apontar os maiores prejuízos gerados pela greve, Guimarães também falou sobre outros modais alternativos de transporte que poderiam ser implantados no Brasil. Na oportunidade, o advogado ainda ressaltou:“O exercício do direito de greve de uma categoria não pode travar atividades essências. As rodovias são, aquilo que o Código Civil chama de bem de uso comum. Um bem que deve estar acessível a utilização de todos os interessados em exercer ali o seu direito de ir e vir. Quando você paralisa a utilização desse bem para esses resultados, você está desbordando do exercício legitimo de manifestação e aí o governo pode intervir”. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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