O Programa mais Recente:

  • Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Entrevistado:

    Adriana de Lourdes Simette,

    Data do Programa:

    Quarta, 13 Fevereiro 2019

    Tema:

    Programa Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola

    A juíza diretora do Fórum Descentralizado de Santa Felicidade, Adriana de Lourdes Simette, participou nesta quarta-feira (13) do programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos. A magistrada falou para os ouvintes da Paraná Educativa, AM-630, sobre o Programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”, mais especificamente sobre o seu funcionamento no Fórum de Santa Felicidade.

    O programa, desenvolvido pelo desembargador Roberto Portugal Bacellar, completou recentemente 25 anos e já atendeu mais de 6 milhões de crianças em todo o Brasil. A iniciativa, criada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), é coordenada no Paraná pela 2ª vice-presidência. A juíza Adriana explica que o objetivo é promover a aproximação do Poder Judiciário com a comunidade, por meio de crianças, que estão na faixa etária dos 9 aos 11 anos.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Conheça o trabalho realizado pela Defensoria Pública no atendimento à população em estado de rua

Quarta, 19 Setembro 2018

Conheça o trabalho realizado pela Defensoria Pública no atendimento à população em estado de rua

Tema:

Atendimento às pessoas em situação de rua

Entrevistado:

Cinthia Azevedo Campos

Nesta quarta-feira (19) a defensora pública, Cinthia Azevedo Campos, conversou com o Justiça para Todos sobre o trabalho realizado pela Defensoria Pública do Paraná, através do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos, no atendimento às pessoas em situação de rua. Cinthia deu início a entrevista falando sobre as maiores dificuldades encontradas pela Defensoria ao realizar este trabalho e o perfil dos moradores de rua da cidade de Curitiba. Na oportunidade, a entrevistada também discorreu a respeito de medidas que levem a redução do número de moradores de rua. Questionada sobre a dificuldade em recuperar o vínculo dessa população com a sociedade, a defensora ressaltou:“O vínculo não se perdeu. Essa pessoa está vinculada a sociedade, mas de uma forma mais marginalizada. Ela continua sendo uma geradora de renda, mas a renda dela é informal. Ela lava carro, cuida de carro, recolhe o lixo para reciclagem, então dentro da questão da sociedade, ela ainda está vinculada”.  Confira a entrevista na íntegra. 

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