O Programa mais Recente:

  • Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Tiago Lisboa Mendonça

    Data do Programa:

    Quinta, 08 Fevereiro 2018

    Tema:

    Atuação do Gaeco

    O Justiça Para Todos conversou, nesta quinta-feira (08), com o promotor Tiago Lisboa Mendonça, coordenador da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Na oportunidade, ele explicou aos ouvintes sobre as competências e a atuação do órgão: “O trabalho desenvolvido pelo Gaeco é atuar em um nicho muito específico que é a área de combate à criminalidade organizada”.
    Durante a conversa, o promotor também comentou sobre o panorama atual da criminalidade nas áreas de fronteira, mais especificamente em Foz do Iguaçu. “É uma teia muito grande de crimes que se relacionam com essa posição geográfica, e isso demanda uma atuação bem específica do Gaeco”, observa. Tiago avaliou, ainda, os desafios no trabalho desenvolvido pelo órgão nessa região.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Autonomia financeira da mulher vítima de violência doméstica é tema do Justiça Para Todos

Quinta, 24 Agosto 2017

Autonomia financeira da mulher vítima de violência doméstica é tema do Justiça Para Todos

Tema:

Semana Nacional Justiça Pela Paz em Casa

Entrevistado:

Carmen Silvania Zolandeck Mondin

Nesta quinta-feira (24), o Justiça Para Todos conversou com a juíza Carmen Silvania Zolandeck Mondin, que falou sobre a importância das ações que estimulam a autonomia financeira da mulher vítima de violência doméstica. Comentando, primeiramente, sobre as atividades realizadas nesta oitava edição da Semana Nacional Justiça Pela Paz em Casa, ela avaliou a situação do país quanto à desigualdade de gênero. “Existe ainda bastante preconceito e discriminação com relação à mulher. Penso que estamos avançando, mas ainda é um problema a ser enfrentado”, afirma.
Na oportunidade, a juíza explicou a importância da autonomia financeira da vítima de violência doméstica no processo de rompimento desse ciclo: “A mulher, nessa situação, encontra-se fragilizada e insegura, e essa dependência econômica muitas vezes faz com que ela não tenha opção de escolha”, comenta. A magistrada também falou sobre as ações desenvolvidas na comarca de Guarapuava quanto a essa questão. “Temos tentado buscar essa vertente de auxílio, de discussão, porque nós entendemos que é realmente indispensável que ela tenha essa vida economicamente produtiva e tenha direito ao crescimento econômico”, pontua.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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