O Programa mais Recente:

  • Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Tiago Lisboa Mendonça

    Data do Programa:

    Quinta, 08 Fevereiro 2018

    Tema:

    Atuação do Gaeco

    O Justiça Para Todos conversou, nesta quinta-feira (08), com o promotor Tiago Lisboa Mendonça, coordenador da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Na oportunidade, ele explicou aos ouvintes sobre as competências e a atuação do órgão: “O trabalho desenvolvido pelo Gaeco é atuar em um nicho muito específico que é a área de combate à criminalidade organizada”.
    Durante a conversa, o promotor também comentou sobre o panorama atual da criminalidade nas áreas de fronteira, mais especificamente em Foz do Iguaçu. “É uma teia muito grande de crimes que se relacionam com essa posição geográfica, e isso demanda uma atuação bem específica do Gaeco”, observa. Tiago avaliou, ainda, os desafios no trabalho desenvolvido pelo órgão nessa região.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Atuação do Juizado de Violência Doméstica e Familiar em Curitiba é tema do Justiça para Todos

Terça, 22 Agosto 2017

Atuação do Juizado de Violência Doméstica e Familiar em Curitiba é tema do Justiça para Todos

Tema:

Semana Nacional Justiça Pela Paz em Casa

Entrevistado:

Márcia Margarete do Rocio Borges

Nesta terça-feira (22), o Justiça Para Todos conversou com a juíza Márcia Margarete do Rocio Borges, que atua no Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Curitiba. Ela explicou aos ouvintes como funciona o trabalho realizado pelo Juizado no enfrentamento a esse tipo de violência. Primeiramente, a magistrada destacou a importância da Lei Maria da Penha e falou sobre os problemas enfrentados no país com relação à desigualdade de gênero. “A violência contra a mulher ainda é bem presente nos dias de hoje, porque, apesar do acesso à informação e mesmo com as crescentes campanhas defendendo o empoderamento feminino, ainda há uma cultura bastante machista”, comenta.
Na oportunidade, a juíza discorreu sobre as ações desenvolvidas pelo Juizado de Curitiba para o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. “Quanto mais recente é a resposta judicial, maior a conscientização, não só dele [do agressor] como de toda a sociedade como um todo, que vê que realmente as coisas são rápidas, funcionam e há uma resposta estatal no caso desses crimes”, ressalta. A magistrada esclareceu, ainda, como funciona o atendimento psicossocial oferecido às vítimas no Juizado de Curitiba, e comentou sobre a importância da conscientização da sociedade em relação ao tema.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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