O Programa mais Recente:

  • Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos esclarece dúvidas sobre medidas protetivas

    Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos esclarece dúvidas sobre medidas protetivas

    Entrevistado:

    Zilda Romero

    Data do Programa:

    Quarta, 22 Novembro 2017

    Tema:

    Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa

    Continuando o especial sobre a Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa, o Justiça Para Todos conversou com a juíza Zilda Romero, que trouxe mais informações sobre o combate à violência doméstica e familiar. “Nós todos sabemos que em nossa sociedade ainda há muita desigualdade entre o homem e a mulher. Apesar de todos os avanços, a mulher ainda sofre discriminação em todos os âmbitos”, reflete. A magistrada também explicou aos ouvintes quais são os tipos mais comuns de agressão doméstica e familiar, e ressaltou a importância da Lei Maria da Penha no combate a essa forma de violência. “Foi uma das maiores conquistas às mulheres adeptas em movimentos dos direitos iguais. A mulher não quer privilégios; ela quer igualdade de direitos”, observa.
    Na oportunidade, a juíza também esclareceu o que são medidas protetivas e de que maneira a vítima pode fazer uma denúncia de violência doméstica e familiar. Por fim, Zilda destacou a necessidade de haver uma conscientização e participação de toda a comunidade no enfrentamento à violência contra a mulher e à desigualdade de gênero: “Precisamos que haja um engajamento de toda a sociedade, em todas as áreas, para um enfrentamento a essa forma de violência. É um compromisso de todos”, conclui.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Acolhimento Familiar é discutido no Justiça para Todos

Segunda, 10 Abril 2017

Acolhimento Familiar é discutido no Justiça para Todos

Tema:

Acolhimento Familiar

Entrevistado:

Sérgio Kreuz

O programa Justiça para Todos recebeu, na última segunda-feira (10), o juiz Sérgio Kreuz, que trouxe aos ouvintes mais informações sobre as diferenças entre o acolhimento institucional e o acolhimento familiar.  “Muitas vezes, há a necessidade de o Estado interferir nessas relações [familiares] para proteger a criança. Tradicionalmente, aqui no Brasil, as crianças são inseridas em instituições de acolhimento”, afirma o magistrado e explica sobre as vantagens da nova modalidade de acolhimento – a familiar: “Esses vínculos [familiares] são fundamentais no desenvolvimento da pessoa”, diz e complementa: “Muitas vezes, na instituição, o tratamento que se dá é sempre de forma coletiva, sem se atentar para as particularidades e peculiaridades de cada indivíduo, de cada criança e cada adolescente”. Durante a entrevista, o juiz também comentou sobre os assuntos discutidos no 1º Congresso Internacional de Acolhimento Familiar, realizado no início do mês em Cascavel-PR.

Confira aqui a entrevista na íntegra.

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