O Programa mais Recente:

  • Justiça Para Todos traz informações sobre a Escola da Magistratura do Paraná

    Justiça Para Todos traz informações sobre a Escola da Magistratura do Paraná

    Entrevistado:

    José Laurindo de Souza Netto

    Data do Programa:

    Segunda, 16 Abril 2018

    Tema:

    Escola da Magistratura do Paraná

    Nesta segunda-feira (16), o Justiça Para Todos conversou com o desembargador José Laurindo de Souza Netto, diretor-geral da Escola da Magistratura do Paraná. Na oportunidade, ele trouxe mais informações sobre o trabalho desenvolvido pela EMAP, explicando quais cursos são ofertados pela instituição. “Ela se destina a preparar, atualizar e especializar os magistrados, não só nos cursos de vitaliciamento, mas também nos de preparação inicial e formação continuada. Também tem como objetivo preparar os bacharéis de Direito para o exercício da magistratura, para que possam prestar o concurso de ingresso”, afirma.
    O desembargador também comentou sobre os diferenciais da escola e avaliou o desempenho dos alunos da EMAP nos concursos para a magistratura. José Laurindo falou, ainda, sobre a importância da atuação da escola na formação e aperfeiçoamento dos juízes. “O que se verifica hoje é que um dos maiores desafios ao Poder Judiciário é selecionar e formar bons magistrados, aptos a solucionar não só o processo, o caso concreto, mas também o conflito sociológico – que é muito mais amplo e nem sempre é possível de ser resolvido com a mera aplicação da lei”, reflete.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Acolhimento Familiar é discutido no Justiça para Todos

Segunda, 10 Abril 2017

Acolhimento Familiar é discutido no Justiça para Todos

Tema:

Acolhimento Familiar

Entrevistado:

Sérgio Kreuz

O programa Justiça para Todos recebeu, na última segunda-feira (10), o juiz Sérgio Kreuz, que trouxe aos ouvintes mais informações sobre as diferenças entre o acolhimento institucional e o acolhimento familiar.  “Muitas vezes, há a necessidade de o Estado interferir nessas relações [familiares] para proteger a criança. Tradicionalmente, aqui no Brasil, as crianças são inseridas em instituições de acolhimento”, afirma o magistrado e explica sobre as vantagens da nova modalidade de acolhimento – a familiar: “Esses vínculos [familiares] são fundamentais no desenvolvimento da pessoa”, diz e complementa: “Muitas vezes, na instituição, o tratamento que se dá é sempre de forma coletiva, sem se atentar para as particularidades e peculiaridades de cada indivíduo, de cada criança e cada adolescente”. Durante a entrevista, o juiz também comentou sobre os assuntos discutidos no 1º Congresso Internacional de Acolhimento Familiar, realizado no início do mês em Cascavel-PR.

Confira aqui a entrevista na íntegra.

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