O Programa mais Recente:

  • Saiba o que é o programa de compliance e sua importância para as empresas

    Saiba o que é o programa de compliance e sua importância para as empresas

    Entrevistado:

    Tailane Moreno Delgado Moura

    Data do Programa:

    Quinta, 18 Outubro 2018

    Tema:

    Programa de compliance

    O programa de compliance foi o tema debatido pelo Justiça para Todos, nesta quinta-feira (18). A advogada Tailane Moreno Delgado Moura trouxe informações e esclarecimentos a respeito do assunto, explicando no que consiste o programa, seus principais objetivos, o funcionamento do compliance na prática e quando o programa surgiu no Brasil. Além de explicar o que é compliance de dados, Tailane destacou as tendências para essa área. A adesão do programa por pequenas e médias empresas também foi questão esclarecida pela convidada durante a entrevista. Na oportunidade, a entrevistada destacou de que maneira o programa auxilia em parcerias entre as empresas: “Empresas multinacionais para contratarem alguma empresa brasileira, exigem que essa empresa também tenha um programa de compliance”. Confira aqui a entrevista na íntegra.  

Promotora de justiça Vivian Fortunato traz esclarecimento sobre a guarda dos filhos

Segunda, 17 Setembro 2018

  Promotora de justiça Vivian Fortunato traz esclarecimento sobre a guarda dos filhos

Tema:

guarda dos filhos

Entrevistado:

Vivian Fortunato

A guarda dos filhos após o processo de divórcio foi o tema debatido no Justiça para Todos, nesta segunda-feira (17). A promotora de justiça, Vivian Fortunato trouxe aos ouvintes da rádio Educativa, mais informações e esclarecimentos sobre o tema. No início da entrevista, a promotora explicou como se dá o processo de decisão do juiz para determinar com quem a criança morará e as diferenças entre a guarda compartilhada e a guarda unilateral. Questionada a respeito das vantagens da guarda compartilhada e se ela é a melhor, Fortunado afirmou: “Sim ela é melhor. Tanto é que com as alterações dos artigos do Código Civil de 2014, ela passou a ser regra. Porque ela atende melhor as necessidades afetivas e emocionais da criança que precisa do acompanhamento de ambos os genitores para se desenvolver de forma saudável”.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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