O Programa mais Recente:

  • Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Tiago Lisboa Mendonça

    Data do Programa:

    Quinta, 08 Fevereiro 2018

    Tema:

    Atuação do Gaeco

    O Justiça Para Todos conversou, nesta quinta-feira (08), com o promotor Tiago Lisboa Mendonça, coordenador da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Na oportunidade, ele explicou aos ouvintes sobre as competências e a atuação do órgão: “O trabalho desenvolvido pelo Gaeco é atuar em um nicho muito específico que é a área de combate à criminalidade organizada”.
    Durante a conversa, o promotor também comentou sobre o panorama atual da criminalidade nas áreas de fronteira, mais especificamente em Foz do Iguaçu. “É uma teia muito grande de crimes que se relacionam com essa posição geográfica, e isso demanda uma atuação bem específica do Gaeco”, observa. Tiago avaliou, ainda, os desafios no trabalho desenvolvido pelo órgão nessa região.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Participação feminina no Poder Judiciário é tema do Justiça Para Todos

Quarta, 26 Julho 2017

Participação feminina no Poder Judiciário é tema do Justiça Para Todos

Tema:

Participação feminina no Judiciário

Entrevistado:

Vera Karam de Chueiri

O Justiça Para Todos recebeu, nesta quarta-feira (26), a advogada e professora da UFPR Vera Karam de Chueiri, que trouxe aos ouvintes da rádio Educativa uma discussão sobre a igualdade de gênero nas carreiras jurídicas e a trajetória das mulheres no Poder Judiciário brasileiro. Explicando de que maneira ocorreu, historicamente, a evolução do acesso das mulheres a esse setor, a professora fez um panorama da atual participação feminina na Justiça. “Ela ainda é minoritária, mas numa relação e numa diferença que, a cada ano, felizmente decresce em relação ao número de homens que ocupam cargos no Poder Judiciário”, comenta.
Durante a conversa, ela também avaliou a baixa representatividade feminina nos cargos políticos, afirmando que a igualdade de gênero na gestão pública é necessária e benéfica nas decisões do Estado que dizem respeito diretamente às mulheres: “Nessa dialética, o outro precisa estar lá corporificado. A mulher tem que estar no parlamento”, pontua. A professora pontuou, ainda, que medidas podem ser adotadas visando ao aumento na igualdade de gênero – tanto no Judiciário quanto na política –, ressaltando que a educação é um dos elementos fundamentais para a efetividade dessas ações. “Temos que investir maciçamente nisso – desde os primeiros anos das crianças, para mostrar que tarefas domésticas devem ser compartilhadas entre meninos e meninas, que a igualdade não é simplesmente algo de fachada, e que toda educação deve ser voltada para que o acesso seja igual a todos”, observa.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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