O Programa mais Recente:

  • Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos aborda a aplicação da Justiça Restaurativa nesse tipo de violência

    Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos aborda a aplicação da Justiça Restaurativa nesse tipo de violência

    Entrevistado:

    Laryssa Copack Muniz

    Data do Programa:

    Sexta, 24 Novembro 2017

    Tema:

    Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa

    No encerramento do especial sobre a Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa, o programa Justiça Para Todos conversou, nesta sexta-feira (24), com a juíza Laryssa Copack Muniz, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Ponta Grossa. Ela trouxe mais informações sobre Justiça Restaurativa e de que forma ela pode ser aplicada nesses casos. “É uma justiça que olha para o futuro, que permite, para as pessoas envolvidas num conflito, que elas possam participar da construção de um novo jeito de viver – muito embora tenha acontecido o rompimento –, e tenta restaurar aquele tecido social que foi maculado com um conflito, crime ou qualquer tipo de violência”, comenta.
    A magistrada também falou sobre os projetos atualmente desenvolvidos pelo Juizado de Ponta Grossa no combate à violência doméstica e familiar, avaliando a eficácia dessas iniciativas. “É um exemplo claro de que intervenções que façam a pessoa pensar e se responsabilizar podem, sim, surtir efeito e reduzir a violência de gênero”, pontua. A juíza explicou, ainda, qual a importância do trabalho com o agressor nesses tipos de violência.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Participação feminina no Poder Judiciário é tema do Justiça Para Todos

Quarta, 26 Julho 2017

Participação feminina no Poder Judiciário é tema do Justiça Para Todos

Tema:

Participação feminina no Judiciário

Entrevistado:

Vera Karam de Chueiri

O Justiça Para Todos recebeu, nesta quarta-feira (26), a advogada e professora da UFPR Vera Karam de Chueiri, que trouxe aos ouvintes da rádio Educativa uma discussão sobre a igualdade de gênero nas carreiras jurídicas e a trajetória das mulheres no Poder Judiciário brasileiro. Explicando de que maneira ocorreu, historicamente, a evolução do acesso das mulheres a esse setor, a professora fez um panorama da atual participação feminina na Justiça. “Ela ainda é minoritária, mas numa relação e numa diferença que, a cada ano, felizmente decresce em relação ao número de homens que ocupam cargos no Poder Judiciário”, comenta.
Durante a conversa, ela também avaliou a baixa representatividade feminina nos cargos políticos, afirmando que a igualdade de gênero na gestão pública é necessária e benéfica nas decisões do Estado que dizem respeito diretamente às mulheres: “Nessa dialética, o outro precisa estar lá corporificado. A mulher tem que estar no parlamento”, pontua. A professora pontuou, ainda, que medidas podem ser adotadas visando ao aumento na igualdade de gênero – tanto no Judiciário quanto na política –, ressaltando que a educação é um dos elementos fundamentais para a efetividade dessas ações. “Temos que investir maciçamente nisso – desde os primeiros anos das crianças, para mostrar que tarefas domésticas devem ser compartilhadas entre meninos e meninas, que a igualdade não é simplesmente algo de fachada, e que toda educação deve ser voltada para que o acesso seja igual a todos”, observa.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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