O Programa mais Recente:

  • Conheça o trabalho realizado pelo Ministério Público no atendimento à população em estado de rua

    Conheça o trabalho realizado pelo Ministério Público no atendimento à população em estado de rua

    Entrevistado:

    Cinthia Azevedo Campos

    Data do Programa:

    Quarta, 19 Setembro 2018

    Tema:

    Atendimento às pessoas em situação de rua

    Nesta quarta-feira (19) a defensora pública, Cinthia Azevedo Campos, conversou com o Justiça para Todos sobre o trabalho realizado pela Defensoria Pública do Paraná, através do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos, no atendimento às pessoas em situação de rua. Cinthia deu início a entrevista falando sobre as maiores dificuldades encontradas pela Defensoria ao realizar este trabalho e o perfil dos moradores de rua da cidade de Curitiba. Na oportunidade, a entrevistada também discorreu a respeito de medidas que levem a redução do número de moradores de rua. Questionada sobre a dificuldade em recuperar o vínculo dessa população com a sociedade, a defensora ressaltou:“O vínculo não se perdeu. Essa pessoa está vinculada a sociedade, mas de uma forma mais marginalizada. Ela continua sendo uma geradora de renda, mas a renda dela é informal. Ela lava carro, cuida de carro, recolhe o lixo para reciclagem, então dentro da questão da sociedade, ela ainda está vinculada”.  Confira a entrevista na íntegra. 

Participação das mulheres na política é tema do Justiça Para Todos

Terça, 06 Março 2018

Participação das mulheres na política é tema do Justiça Para Todos

Tema:

Participação feminina na política

Entrevistado:

Tailaine Cristina Costa

O Justiça Para Todos conversou, nesta terça-feira (6), com a advogada Tailaine Cristina Costa, que falou sobre a participação feminina na política. Comentando sobre o panorama atual nas questões de representatividade das mulheres nos cargos públicos, ela citou os principais avanços, ao longo da história, em relação à conquista feminina de direitos políticos no país. “Foi toda uma luta para que as mulheres pudessem de fato ocupar a cadeira, e não só poderem votar – sendo que as primeiras mulheres que puderam votar eram as casadas ou as que comprovassem que eram independentes economicamente”, pontua.
Na oportunidade, a advogada também explicou os fatores relacionados à desigualdade de gênero no país: “Isso é uma construção social de anos que precisamos romper ao longo do tempo”, aponta. Tailaine esclareceu, ainda, como funcionam as regras para as cotas de candidatura nas eleições, identificando também as falhas e problemas encontrados nesse sistema.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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