O Programa mais Recente:

  •  Juíza Luciana da Veiga Oliveira esclarece questões relacionadas ao direito a saúde

    Juíza Luciana da Veiga Oliveira esclarece questões relacionadas ao direito a saúde

    Entrevistado:

    Luciana da Veiga Oliveira

    Data do Programa:

    Terça, 14 Agosto 2018

    Tema:

    Direito a saúde

    direito a saúde e o trabalho desenvolvido pelo Comitê Executivo da Saúde no Paraná foram os temas discutidos no Justiça para Todos desta terça-feira (14). Quem trouxe mais informações e esclarecimentos sobre o assunto foi a juíza federal e coordenadora do Comitê, Luciana da Veiga Oliveira. A magistrada deu início a entrevista explicando o que está disposto na Constituição sobre o direito à saúdeo que significa a judicialização da saúde e como se deu a criação do Comitê da Saúde no Paraná. Além de falar sobre o pepel do estado em oferecer tratamentos satisfatórios a todos os cidadãos, Luciana orientou a população sobre como proceder em casos de violação do direito a saúde: “A população pode buscar o Ministério Público, a Defensoria Pública ou um advogado privado. Pode também ir no Juizado Especial, quando o caso se enquadrar nas questões que são atendidas pelo mesmoDeve-se levar a maior quantidade de documentação que se tiver para que possa retratar a situação ”. Confira aqui a entrevista na íntegra.  

Justiça Restaurativa é tema de edição do Justiça Para Todos

Quinta, 01 Fevereiro 2018

Justiça Restaurativa é tema de edição do Justiça Para Todos

Tema:

Justiça Restaurativa

Entrevistado:

Jurema Carolina da Silveira Gomes

Nesta quinta-feira (01), o programa Justiça Para Todos conversou com a juíza Jurema Carolina da Silveira Gomes. Ela trouxe aos ouvintes mais informações sobre Justiça Restaurativa, mais especificamente sobre a Comissão de Justiça Restaurativa do Tribunal de Justiça do Paraná e, também, sobre o Projeto Circulando Relacionamentos, realizado na Comarca de Ponta Grossa.
Primeiramente, a juíza explicou o que é Justiça Restaurativa, destacando a importância dessa prática para o sistema judiciário. “A Justiça Restaurativa entende o conflito como um fenômeno social. Todo conflito, por mais doloroso que seja, é propulsor de mudanças, e talvez mudanças importantes na vida das pessoas”, comenta. A magistrada também falou sobre os objetivos e o trabalho desenvolvido pela Comissão de Justiça Restaurativa do TJPR, explicando, ainda, como funciona o Projeto Circulando Relacionamentos – iniciativa que visa à aplicação dessa técnica nos casos de violência doméstica.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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