O Programa mais Recente:

  • Direito Agrário é tema do Justiça para Todos

    Direito Agrário é tema do Justiça para Todos

    Entrevistado:

    Carlos Arauz Filho

    Data do Programa:

    Segunda, 23 Abril 2018

    Tema:

    Direito Agrário

    Na segunda-feira (23) o convidado do Justiça para Todos foi o advogado Carlos Arauz Filho, que é presidente da Comissão de Direito Agrário e do Agronegócio da OAB-PR. Na entrevista, Arauz explicou quais são as demandas mais comuns, no país e no estado, que são relacionadas ao Direito Agrário, além de pontuar as principais dificuldades e desafios atuais para os produtores rurais. “O agronegócio representa hoje, em 2018, algo em torno de 32% do PIB Nacional”, reflete o advogado, a respeito da representatividade do agronegócio no país, e complementa: “o aspecto local do agronegócio também é muito significativo, existem cidades que dependem quase fundamentalmente do agronegócio”. Acesse aqui a entrevista na íntegra. 

Justiça Para Todos traz informações sobre o trabalho desenvolvido pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar

Quinta, 22 Março 2018

Justiça Para Todos traz informações sobre o trabalho desenvolvido pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar

Tema:

Violência doméstica e familiar

Entrevistado:

Lenice Bodstein

Nesta quinta-feira (22), o programa Justiça Para Todos conversou com a desembargadora Lenice Bodstein, que explicou sobre o trabalho desenvolvido pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CEVID). Falando sobre os objetivos da coordenadoria, Lenice esclareceu quais são as principais frentes de trabalho e projetos desenvolvidos e apoiados pela CEVID, avaliando também a situação do estado em relação à violência doméstica. “É um trabalho delicado, e é preciso que a população saiba que, embora nos esforcemos muito, o serviço de prevenção é extremamente necessário, porque os números ainda são muito altos”, observa.
A desembargadora também esclareceu de que forma a coordenadoria trabalha na prevenção da violência doméstica, destacando a importância do trabalho de conscientização dos agressores. “Não é só a vítima que precisa de atendimento. Além do cumprimento de uma penalidade por cometer delitos contra a mulher, o ofensor também precisa se conscientizar”, pontua. A magistrada explicou, ainda, de que maneira a vítima pode fazer uma denúncia de violência doméstica e familiar.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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