O Programa mais Recente:

  • Acidentes de trabalho são tema de edição do Justiça Para Todos

    Acidentes de trabalho são tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Mesael Caetano

    Data do Programa:

    Segunda, 18 Setembro 2017

    Tema:

    Acidentes de trabalho

    O Justiça Para Todos recebeu nos estúdios da Rádio éParaná, nesta segunda-feira (18), o advogado Mesael Caetano, especialista em Direito do Trabalho. Ele trouxe aos ouvintes mais informações sobre acidentes de trabalho, explicando o que os caracteriza e quais são as garantias do trabalhador nesses casos. “É todo aquele acidente que ocorre a serviço da empresa, causando afastamento ou não do trabalho e redução da capacidade laborativa de maneira definitiva ou temporária”, esclarece o advogado.
    Durante a conversa, ele também falou sobre alguns dos programas de prevenção contra acidentes e doenças ocupacionais dispostos na legislação, e explicou como o trabalhador e o empregador devem proceder em casos de acidente de trabalho. O advogado ainda esclareceu dúvidas recorrentes relacionadas ao assunto, como os tipos de indenizações que podem ser concedidas nesses casos e quais atividades exigem o pagamento dos adicionais de insalubridade ou periculosidade.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos traz informações sobre o novo Programa de Regularização Tributária do governo federal

Quarta, 19 Abril 2017

Justiça Para Todos traz informações sobre o novo Programa de Regularização Tributária do governo federal

Tema:

Programa de Regularização Tributária

Entrevistado:

Michelle Pinterich

O programa Justiça Para Todos recebeu, nesta quarta-feira (19), a advogada Michelle Pinterich, que esclareceu dúvidas dos ouvintes sobre o Programa de Regularização Tributária (PRT) – recentemente lançado pelo governo federal por meio da Medida Provisória nº 766. Durante a conversa, a advogada explicou quais dívidas podem ser quitadas através do PRT, elencando as principais vantagens e desvantagens da adesão ao programa. “A maior vantagem é, justamente, para aquelas empresas que possuam montantes expressivos de prejuízo fiscal acumulado e bases negativas acumuladas, ou ainda possuam outros créditos perante a Receita Federal em montantes também relevantes”, observa Michelle.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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