O Programa mais Recente:

  • Conheça o trabalho realizado pelo Ministério Público no atendimento à população em estado de rua

    Conheça o trabalho realizado pelo Ministério Público no atendimento à população em estado de rua

    Entrevistado:

    Cinthia Azevedo Campos

    Data do Programa:

    Quarta, 19 Setembro 2018

    Tema:

    Atendimento às pessoas em situação de rua

    Nesta quarta-feira (19) a defensora pública, Cinthia Azevedo Campos, conversou com o Justiça para Todos sobre o trabalho realizado pela Defensoria Pública do Paraná, através do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos, no atendimento às pessoas em situação de rua. Cinthia deu início a entrevista falando sobre as maiores dificuldades encontradas pela Defensoria ao realizar este trabalho e o perfil dos moradores de rua da cidade de Curitiba. Na oportunidade, a entrevistada também discorreu a respeito de medidas que levem a redução do número de moradores de rua. Questionada sobre a dificuldade em recuperar o vínculo dessa população com a sociedade, a defensora ressaltou:“O vínculo não se perdeu. Essa pessoa está vinculada a sociedade, mas de uma forma mais marginalizada. Ela continua sendo uma geradora de renda, mas a renda dela é informal. Ela lava carro, cuida de carro, recolhe o lixo para reciclagem, então dentro da questão da sociedade, ela ainda está vinculada”.  Confira a entrevista na íntegra. 

Justiça Para Todos traz informações sobre o combate à violência doméstica na comarca de Colombo

Quinta, 08 Março 2018

Justiça Para Todos traz informações sobre o combate à violência doméstica na comarca de Colombo

Tema:

Combate à violência doméstica e familiar

Entrevistado:

Katiane Pellin

O Justiça Para Todos conversou, nesta quinta-feira (8), com a juíza Katiane Pellin. Ela trouxe aos ouvintes mais informações sobre o combate à violência doméstica e familiar, mais especificamente sobre o trabalho desenvolvido na comarca de Colombo nesse âmbito. Explicando de que maneira é feito o encaminhamento e o apoio à vítima, a magistrada comentou sobre a importância desse trabalho e os principais resultados alcançados, até o momento, na comarca em que atua.
A magistrada também destacou o que precisa ser feito, pela sociedade e pelo poder público, para o constante aprimoramento das iniciativas de combate à violência doméstica e familiar. “A mudança passa pela educação, pelo respeito às diferenças, pela percepção de que somos livres e de que ninguém é dono de ninguém. A sociedade precisa compreender que a violência não pode ser tolerada em nenhum aspecto. As pessoas precisam parar de buscar na vítima as justificativas para as ações do agressor”, reflete.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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