O Programa mais Recente:

  • Associações sindicais são tema de edição do Justiça Para Todos

    Associações sindicais são tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Sandro Lunard Nicoladeli

    Data do Programa:

    Segunda, 17 Julho 2017

    Tema:

    Associações sindicais

    O Justiça Para Todos conversou, nesta segunda-feira (17), com o advogado e professor Sandro Lunard Nicoladeli, que trouxe aos ouvintes mais informações sobre associações sindicais. Contextualizando historicamente o funcionamento e a atuação dos sindicatos no Brasil, o advogado elencou as leis que garantem, no sistema jurídico do país, o direito à liberdade sindical, bem como as principais normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) referentes a esse tipo de associação.
    Nicoladeli também esclareceu dúvidas recorrentes relacionadas ao tema, como a diferença entre sindicatos e associações profissionais, a função dos sindicatos patronais e os tipos de contribuição sindical previstos na legislação brasileira. O advogado discutiu, também, a importância desse tipo de associação na fiscalização das condições de trabalho, bem como na mediação entre as ações do Estado e os interesses dos trabalhadores. “Os sindicatos cumprem um papel importantíssimo como um agente de regulação do mercado de trabalho, e cumprem um papel fundamental, também, de ser a voz e a interlocução política dos trabalhadores na sociedade”, comenta.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos fala sobre projeto Pacificar é Divino, do TJPR

Quinta, 29 Junho 2017

Justiça Para Todos fala sobre projeto Pacificar é Divino, do TJPR

Tema:

Projeto Pacificar é Divino

Entrevistado:

Stela Stafin

Nesta quinta-feira (29), o Justiça Para Todos conversou com a assessora da 2ª vice-presidência do Tribunal de Justiça do Paraná, Stela Stafin, que é gestora do projeto Pacificar é Divino. Ela explicou aos ouvintes como funciona e quais são as principais metas do programa. “O objetivo do projeto é divulgar a cultura da conciliação. Buscamos possibilitar que, além de aconselhadores espirituais, os líderes religiosos se tornem, também, conciliadores, atuando na resolução de conflitos”, afirma Stela. Ela comentou sobre os resultados alcançados pelo projeto até o momento e as expectativas do Tribunal de Justiça do Estado quanto à efetividade da iniciativa: “Nós pretendemos contribuir para uma cultura de pacificação e desconstruir essa cultura de litígio que permeia, hoje, a sociedade brasileira”, observa.
Stela explicou aos ouvintes, ainda, o significado dos conceitos de conciliação e mediação, destacando as vantagens dessas formas de resolução de conflitos. “Elas contribuem para uma cultura de paz e, além disso, servem para reatar laços familiares e sociais muitas vezes rompidos. Elas vão mais fundo na questão, não resolvem apenas o litígio em si, e também enaltecem a importância do diálogo na resolução dos conflitos”, pontua.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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