O Programa mais Recente:

  • Conheça o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil

    Conheça o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil

    Entrevistado:

    Sérgio Kreuz

    Data do Programa:

    Quinta, 19 Julho 2018

    Tema:

    Aplicativo para adoção

    O Justiça para Todos desta quinta- feira (19) conversou com o juiz Sérgio Kreuz sobre o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil, lançado no dia 25 de maio, em comemoração ao dia nacional da adoção. O magistrado iniciou a conversa explicando o motivo pelo qual houve a necessidade da criação do aplicativo, seu funcionamento na prática e o principal objetivo da ferramenta, que é dar visibilidade as adoções chamadas “difíceis” como, por exemplo, de crianças e adolescentes mais velhos e grupos de irmãos.

    O processo de produção do conteúdo, como vídeos e fotos das crianças, disponível no aplicativo para consulta exclusiva dos pretendentes também foi abordado durante a entrevista. O juiz falou sobre os cuidados necessários para a produção desse conteúdo, com o objetivo de não criar falsas esperanças para a criança. Com relação aos benefícios trazidos pelo aplicativo ao sistema de adoção brasileiro, Kreuz ressaltou: “A criança tem direito, de acordo com a Constituição, de viver em uma família, e para isso nós precisamos buscar alternativas. O aplicativo vem nessa direção para tentar viabilizar a convivência familiar dessas crianças e adolescentes”. Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos explica polêmica envolvendo exposição no Museu de Arte Moderna

Quinta, 26 Outubro 2017

Justiça Para Todos explica polêmica envolvendo exposição no Museu de Arte Moderna

Tema:

Infância e Juventude

Entrevistado:

Pierre Lourenço

Nesta quinta-feira (26), o Justiça Para Todos recebeu o advogado Pierre Lourenço, que falou sobre o polêmico caso envolvendo uma exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Explicando aos ouvintes quais foram os desdobramentos do caso, ele trouxe uma perspectiva jurídica dessa situação. “A legislação é clara: a criança tem que ser protegida em sua integralidade e isso contempla qualquer exposição dela a atos constrangedores”, avalia.
Durante a conversa, o advogado também comentou sobre as possibilidades de responsabilização nesse caso segundo a legislação, e analisou as obrigações dos museus e demais casas de entretenimento quanto à estipulação da faixa etária para o conteúdo em exposição. Por fim, o advogado ainda avaliou outros casos similares que tiveram, recentemente, repercussão na imprensa, e destacou a responsabilidade da gestão pública, de modo geral, na proteção às crianças e adolescentes.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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