O Programa mais Recente:

  • Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Tiago Lisboa Mendonça

    Data do Programa:

    Quinta, 08 Fevereiro 2018

    Tema:

    Atuação do Gaeco

    O Justiça Para Todos conversou, nesta quinta-feira (08), com o promotor Tiago Lisboa Mendonça, coordenador da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Na oportunidade, ele explicou aos ouvintes sobre as competências e a atuação do órgão: “O trabalho desenvolvido pelo Gaeco é atuar em um nicho muito específico que é a área de combate à criminalidade organizada”.
    Durante a conversa, o promotor também comentou sobre o panorama atual da criminalidade nas áreas de fronteira, mais especificamente em Foz do Iguaçu. “É uma teia muito grande de crimes que se relacionam com essa posição geográfica, e isso demanda uma atuação bem específica do Gaeco”, observa. Tiago avaliou, ainda, os desafios no trabalho desenvolvido pelo órgão nessa região.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos esclarece principais questões relacionadas à abordagem policial

Sexta, 29 Setembro 2017

Justiça Para Todos esclarece principais questões relacionadas à abordagem policial

Tema:

Abordagem policial

Entrevistado:

Bruno Correia

Nesta sexta-feira (29), o Justiça Para Todos conversou com o advogado Bruno Correia, que esclareceu dúvidas relacionadas à prisão em flagrante, pagamento de fiança e à abordagem policial. Explicando em que casos ocorre uma prisão em flagrante, o advogado falou sobre os procedimentos aos quais o preso deve ser submetido ao chegar à delegacia, bem como os objetivos e a importância da realização das audiências de custódia nesse tipo de prisão.
Bruno também comentou em que casos pode ocorrer o pagamento de fiança e quais crimes são considerados inafiançáveis pelo Código Penal brasileiro. Durante a conversa, o advogado ainda explicou em que casos uma abordagem policial pode ser realizada, falando, também, sobre os atos que podem configurar abuso de autoridade. “É importante destacar que a abordagem fundada em suspeita não pode ser confundida com uma simples desconfiança, principalmente em função da aparência ou condição física da pessoa”, observa.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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