O Programa mais Recente:

  • Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos esclarece dúvidas sobre medidas protetivas

    Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos esclarece dúvidas sobre medidas protetivas

    Entrevistado:

    Zilda Romero

    Data do Programa:

    Quarta, 22 Novembro 2017

    Tema:

    Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa

    Continuando o especial sobre a Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa, o Justiça Para Todos conversou com a juíza Zilda Romero, que trouxe mais informações sobre o combate à violência doméstica e familiar. “Nós todos sabemos que em nossa sociedade ainda há muita desigualdade entre o homem e a mulher. Apesar de todos os avanços, a mulher ainda sofre discriminação em todos os âmbitos”, reflete. A magistrada também explicou aos ouvintes quais são os tipos mais comuns de agressão doméstica e familiar, e ressaltou a importância da Lei Maria da Penha no combate a essa forma de violência. “Foi uma das maiores conquistas às mulheres adeptas em movimentos dos direitos iguais. A mulher não quer privilégios; ela quer igualdade de direitos”, observa.
    Na oportunidade, a juíza também esclareceu o que são medidas protetivas e de que maneira a vítima pode fazer uma denúncia de violência doméstica e familiar. Por fim, Zilda destacou a necessidade de haver uma conscientização e participação de toda a comunidade no enfrentamento à violência contra a mulher e à desigualdade de gênero: “Precisamos que haja um engajamento de toda a sociedade, em todas as áreas, para um enfrentamento a essa forma de violência. É um compromisso de todos”, conclui.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos discute representatividade feminina na política

Sexta, 07 Julho 2017

Justiça Para Todos discute representatividade feminina na política

Tema:

Representatividade feminina na política

Entrevistado:

Carla Karpstein

O Justiça Para Todos recebeu, nesta sexta-feira (07), a advogada Carla Karpstein, que falou sobre a atual representatividade feminina nos cargos políticos do país. Destacando algumas das principais reivindicações históricas pela concessão de direitos às mulheres, ela comentou sobre os avanços na legislação brasileira, nos últimos anos, com relação à igualdade de gênero. A advogada avaliou a atual distribuição dos cargos políticos entre homens e mulheres, explicando os principais motivos da baixa representatividade feminina na gestão pública. “Principalmente, é a forma como os partidos políticos estaduais e municipais estão colocados no Brasil; eles são, hoje, um monopólio masculino”, comenta.
A advogada discutiu, ainda, sobre a necessidade da adoção de medidas visando ao aumento da participação feminina em todos os setores da sociedade. “A questão de gênero deve ser discutida para que haja uma igualdade plena desde o início, e para que não se enxergue mais a diferença entre homem e mulher ao se conceder uma bolsa de mestrado, uma promoção em uma empresa privada ou pública, um cargo de chefia – enfim, tudo isso precisa ser eliminado à base da discussão de gênero”, ressalta.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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