O Programa mais Recente:

  • Associações sindicais são tema de edição do Justiça Para Todos

    Associações sindicais são tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Sandro Lunard Nicoladeli

    Data do Programa:

    Segunda, 17 Julho 2017

    Tema:

    Associações sindicais

    O Justiça Para Todos conversou, nesta segunda-feira (17), com o advogado e professor Sandro Lunard Nicoladeli, que trouxe aos ouvintes mais informações sobre associações sindicais. Contextualizando historicamente o funcionamento e a atuação dos sindicatos no Brasil, o advogado elencou as leis que garantem, no sistema jurídico do país, o direito à liberdade sindical, bem como as principais normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) referentes a esse tipo de associação.
    Nicoladeli também esclareceu dúvidas recorrentes relacionadas ao tema, como a diferença entre sindicatos e associações profissionais, a função dos sindicatos patronais e os tipos de contribuição sindical previstos na legislação brasileira. O advogado discutiu, também, a importância desse tipo de associação na fiscalização das condições de trabalho, bem como na mediação entre as ações do Estado e os interesses dos trabalhadores. “Os sindicatos cumprem um papel importantíssimo como um agente de regulação do mercado de trabalho, e cumprem um papel fundamental, também, de ser a voz e a interlocução política dos trabalhadores na sociedade”, comenta.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos discute representatividade feminina na política

Sexta, 07 Julho 2017

Justiça Para Todos discute representatividade feminina na política

Tema:

Representatividade feminina na política

Entrevistado:

Carla Karpstein

O Justiça Para Todos recebeu, nesta sexta-feira (07), a advogada Carla Karpstein, que falou sobre a atual representatividade feminina nos cargos políticos do país. Destacando algumas das principais reivindicações históricas pela concessão de direitos às mulheres, ela comentou sobre os avanços na legislação brasileira, nos últimos anos, com relação à igualdade de gênero. A advogada avaliou a atual distribuição dos cargos políticos entre homens e mulheres, explicando os principais motivos da baixa representatividade feminina na gestão pública. “Principalmente, é a forma como os partidos políticos estaduais e municipais estão colocados no Brasil; eles são, hoje, um monopólio masculino”, comenta.
A advogada discutiu, ainda, sobre a necessidade da adoção de medidas visando ao aumento da participação feminina em todos os setores da sociedade. “A questão de gênero deve ser discutida para que haja uma igualdade plena desde o início, e para que não se enxergue mais a diferença entre homem e mulher ao se conceder uma bolsa de mestrado, uma promoção em uma empresa privada ou pública, um cargo de chefia – enfim, tudo isso precisa ser eliminado à base da discussão de gênero”, ressalta.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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