O Programa mais Recente:

  • Justiça Para Todos traz informações sobre a Escola da Magistratura do Paraná

    Justiça Para Todos traz informações sobre a Escola da Magistratura do Paraná

    Entrevistado:

    José Laurindo de Souza Netto

    Data do Programa:

    Segunda, 16 Abril 2018

    Tema:

    Escola da Magistratura do Paraná

    Nesta segunda-feira (16), o Justiça Para Todos conversou com o desembargador José Laurindo de Souza Netto, diretor-geral da Escola da Magistratura do Paraná. Na oportunidade, ele trouxe mais informações sobre o trabalho desenvolvido pela EMAP, explicando quais cursos são ofertados pela instituição. “Ela se destina a preparar, atualizar e especializar os magistrados, não só nos cursos de vitaliciamento, mas também nos de preparação inicial e formação continuada. Também tem como objetivo preparar os bacharéis de Direito para o exercício da magistratura, para que possam prestar o concurso de ingresso”, afirma.
    O desembargador também comentou sobre os diferenciais da escola e avaliou o desempenho dos alunos da EMAP nos concursos para a magistratura. José Laurindo falou, ainda, sobre a importância da atuação da escola na formação e aperfeiçoamento dos juízes. “O que se verifica hoje é que um dos maiores desafios ao Poder Judiciário é selecionar e formar bons magistrados, aptos a solucionar não só o processo, o caso concreto, mas também o conflito sociológico – que é muito mais amplo e nem sempre é possível de ser resolvido com a mera aplicação da lei”, reflete.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos discute representatividade feminina na política

Sexta, 07 Julho 2017

Justiça Para Todos discute representatividade feminina na política

Tema:

Representatividade feminina na política

Entrevistado:

Carla Karpstein

O Justiça Para Todos recebeu, nesta sexta-feira (07), a advogada Carla Karpstein, que falou sobre a atual representatividade feminina nos cargos políticos do país. Destacando algumas das principais reivindicações históricas pela concessão de direitos às mulheres, ela comentou sobre os avanços na legislação brasileira, nos últimos anos, com relação à igualdade de gênero. A advogada avaliou a atual distribuição dos cargos políticos entre homens e mulheres, explicando os principais motivos da baixa representatividade feminina na gestão pública. “Principalmente, é a forma como os partidos políticos estaduais e municipais estão colocados no Brasil; eles são, hoje, um monopólio masculino”, comenta.
A advogada discutiu, ainda, sobre a necessidade da adoção de medidas visando ao aumento da participação feminina em todos os setores da sociedade. “A questão de gênero deve ser discutida para que haja uma igualdade plena desde o início, e para que não se enxergue mais a diferença entre homem e mulher ao se conceder uma bolsa de mestrado, uma promoção em uma empresa privada ou pública, um cargo de chefia – enfim, tudo isso precisa ser eliminado à base da discussão de gênero”, ressalta.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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