O Programa mais Recente:

  • Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Atuação do Gaeco na Tríplice Fronteira é tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Tiago Lisboa Mendonça

    Data do Programa:

    Quinta, 08 Fevereiro 2018

    Tema:

    Atuação do Gaeco

    O Justiça Para Todos conversou, nesta quinta-feira (08), com o promotor Tiago Lisboa Mendonça, coordenador da unidade de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Na oportunidade, ele explicou aos ouvintes sobre as competências e a atuação do órgão: “O trabalho desenvolvido pelo Gaeco é atuar em um nicho muito específico que é a área de combate à criminalidade organizada”.
    Durante a conversa, o promotor também comentou sobre o panorama atual da criminalidade nas áreas de fronteira, mais especificamente em Foz do Iguaçu. “É uma teia muito grande de crimes que se relacionam com essa posição geográfica, e isso demanda uma atuação bem específica do Gaeco”, observa. Tiago avaliou, ainda, os desafios no trabalho desenvolvido pelo órgão nessa região.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Justiça Para Todos discute abordagem dos crimes de homicídio no sistema jurídico brasileiro

Segunda, 10 Julho 2017

Justiça Para Todos discute abordagem dos crimes de homicídio no sistema jurídico brasileiro

Tema:

Homicídios

Entrevistado:

André Peixoto de Souza

O programa Justiça Para Todos recebeu, nesta segunda-feira (10), o advogado e professor André Peixoto de Souza. Autor do livro intitulado “Teses sobre Homicídio”, ele trouxe aos ouvintes mais informações sobre a obra e, também, sobre o tema em questão. O advogado primeiramente explicou a diferença, conforme a legislação, entre homicídio doloso e culposo, esclarecendo quais são as possíveis penalidades previstas para esse tipo de crime e como os casos de homicídio são julgados, na prática, pelo Poder Judiciário. “É bem peculiar o julgamento dos crimes dolosos contra a vida – especificamente do homicídio [doloso] –, porque é o único no ordenamento [jurídico] que recebe a figura do Tribunal do Júri, e não de um juiz de Direito que julga estritamente”, observa.
Peixoto, que é colunista semanal de um site jurídico, também comentou sobre alguns dos principais tópicos tratados em seu livro – como a midiatização do julgamento de casos de homicídio doloso nos Tribunais do Júri. “Com absoluta precisão, há uma influência direta nas decisões do Júri a partir daquilo que é midiatizado. Nós vemos, hoje, programas de TV que se baseiam no crime – mais especificamente de homicídio”, avalia o advogado.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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