O Programa mais Recente:

  • O terceiro setor e sua relevância para a sociedade

    O terceiro setor e sua relevância para a sociedade

    Entrevistado:

    Terezinha de Jesus de Souza Signorini

    Data do Programa:

    Quarta, 20 Março 2019

    Tema:

    Terceiro setor

    O terceiro setor foi o assunto debatido pelo Justiça para Todos, nesta quarta-feira (20). A promotora de Justiça, Terezinha de Jesus de Souza Signorini, atuante no CAOP do Ministério Publico referente ao tema, trouxe mais informações e esclarecimentos sobre o assunto, explicando os tipos de entidades que integram o terceiro setor e suas principais características. Durante a entrevista, a convidada também apontou os benefícios trazidos para a sociedade através do terceiro setor e falou sobre como o Estado incentiva as suas atividades. No que se refere as responsabilidades das entidades, com relação ao usuário do serviço oferecido pelo terceiro setor, Terezinha pontuou: “Se eventualmente algum dirigente cometer alguma irregularidade que prejudique a instituição ele pode ser punido. O usuário que se sentir lesado pode procurar um advogado, defensor público ou mesmo o Ministério Público, que em algumas situações, pode atender essa demanda” Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Juiz Carlos Mattioli fala sobre os projetos sociais desenvolvidos na comarca de União da Vitória

Terça, 26 Fevereiro 2019

 Juiz Carlos Mattioli fala sobre os projetos sociais desenvolvidos na comarca de União da Vitória

Tema:

Projetos de responsabilidade social

Entrevistado:

Carlos Mattioli

Na terça-feira (26), o juiz Carlos Mattioli participou do programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos, veiculado na Paraná Educativa, AM-630. O magistrado discorreu sobre os projetos de responsabilidade social que são coordenados por ele na comarca de União da Vitória. No começo da entrevista, Mattioli falou sobre o início de todo o trabalho, há mais de treze anos atrás, quando ele iniciou as atividades em União da Vitória, nas áreas da Infância e Juventude e Família. “Tivemos a preocupação de buscar compreender como as comunidades locais viviam, o que elas precisavam e de que forma nós poderíamos contribuir de maneira mais concreta para efetivamente buscar a resolução dos problemas das pessoas que procuram pelos serviços judiciários”, destacou. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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