O Programa mais Recente:

  • Procurador de Justiça fala sobre a transparência pública e seus benefícios para a sociedade

    Procurador de Justiça fala sobre a transparência pública e seus benefícios para a sociedade

    Entrevistado:

    Bruno Sérgio Galati

    Data do Programa:

    Quinta, 21 Março 2019

    Tema:

    Transparência pública

    Na quinta-feira (21), o programa de rádio da AMAPAR, Justiça para Todos, conversou com o procurador de justiça Bruno Sérgio Galati sobre transparência pública e a fiscalização popular. O convidado deu início a entrevista explicando o que significa falar em transparência pública e sua importância para a democracia. Na oportunidade, o procurador também esclareceu como o cidadão pode ter acesso às informações públicas, destacou os efeitos positivos para a sociedade da fiscalização popular e apontou os  resultados alcançados com a Lei da Transparência, ressaltando o desenvolvimento da cultura de participação social como ponto positivo da legislação. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Juíza Mônica Fleith fala sobre as possíveis punições para o crime de violência doméstica

Terça, 12 Março 2019

 Juíza Mônica Fleith fala sobre as possíveis punições para o crime de violência doméstica

Tema:

Punições para o crime de violência doméstica

Entrevistado:

Mônica Fleith

A série especial de entrevistas realizadas pelo programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos, na Semana Nacional Pela Paz em Casa, recebeu na terça-feira (12), a juíza Mônica Fleith, que atua no juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da comarca de Maringá, para falar sobre as possíveis punições e consequências à pessoa que cometem crimes que envolvem violência doméstica.

A magistrada detalhou como acontece, na prática, a punição ao agressor, explicando que a pena depende da gravidade do delito praticado. Alguns crimes decorrentes da violência doméstica podem ter penas que serão cumpridas em regime aberto, excetuando situações mais graves como, por exemplo, o estupro e o feminicídio. Segundo a magistrada, em Maringá os agressores em cumprimento da pena são encaminhados a grupos de reeducação, que têm como propósito promover orientação e reflexão sobre as questões relacionadas aos delitos que ocasionaram suas prisões. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

bemapbjudibamb403069308 jusprevlogo