O Programa mais Recente:

  • Conheça o trabalho realizado pela Ouvidoria Geral do Tribunal de Justiça

    Conheça o trabalho realizado pela Ouvidoria Geral do Tribunal de Justiça

    Entrevistado:

    Ana Lúcia Lourenço e Maria Aparecida Blanco de Lima

    Tema:

    Ouvidoria Geral do Tribunal de Justiça

    O trabalho desenvolvido pela Ouvidoria Geral do Tribunal de Justiça do Paraná foi o tema debatido pelo Justiça para Todos, na quinta-feira (11). As desembargadoras Ana Lúcia Lourenço, ouvidora geral do TJPR e Maria Aparecida Blanco de Lima, ouvidora substituta, foram convidadas para falar sobre o assunto. Logo no início da conversa, elas explicaram qual é o trabalho realizado na prática pela Ouvidoria Geral, que visa promover a comunicação entre a sociedade e o Poder Judiciário do Paraná. Além disso, esclareceram como a população pode ter acesso a este canal de comunicação para efetuar reclamações. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Juíza Divangela Precoma Moreira Kuligowski esclarece dúvidas relacionadas a violência doméstica

Juíza Divangela Precoma Moreira Kuligowski esclarece  dúvidas relacionadas a violência doméstica

Tema:

Violência doméstica

Entrevistado:

Divangela Precoma Moreira Kuligowski

Encerrando o especial sobre o combate à violência doméstica e familiar, o Justiça para Todos, programa de rádio da AMAPAR, teve como convidada na última sexta-feira (15) a juíza Divangela Precoma Moreira Kuligowski, que atua na Vara Criminal de Dois Vizinhos.

Durante a entrevista, a magistrada tirou algumas das dúvidas mais frequentes da população sobre o assunto. Ela trouxe uma reflexão sobre o porquê muitas mulheres ainda resistem em denunciar seus agressores. “Muitas vezes isso se dá por medo. Por não se sentirem apoiadas, fortes o suficiente ou por fatores como a dependência econômica em relação ao agressor”, explicou e complementou: “Mas o que a gente observa, principalmente, é que isso ocorre pela dependência emocional. A mulher não consegue se ver sem aquele relacionamento com o agressor”. A juíza pontuou que a omissão das mulheres vítimas de violência doméstica somente acarreta a reiteração da conduta do agressor, o que muitas vezes leva essas mulheres à morte. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

bemapbjudibamb403069308 jusprevlogo