O Programa mais Recente:

  • Conheça o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Conheça o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Entrevistado:

    Samia Saad Galotti Bonavides

    Data do Programa:

    Terça, 22 Janeiro 2019

    Tema:

    Trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Nesta terça-feira (22), o Justiça para Todos conversou com a procuradora de justiça Samia Saad Galotti Bonavides sobre o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do Ministério Público do Paraná. A convidada deu início a entrevista explicando o que são os métodos alternativos de resolução de conflitos, os principais objetivos da iniciativa do MPPR e como funcionará na prática o trabalho realizado pelo Núcleo. Além de falar sobre a importância da política de incentivo e aperfeiçoamento dos mecanismos de autocomposição, Samia apontou os benefícios que estas práticas trazem a sociedade. Com relação aos planos para o ano de 2019, a procuradora ressaltou: “Os planos são no sentido do Núcleo se consolidar e principalmente, conseguir estimular e atuar em composição na área dos direitos difusos e coletivos”.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Gabriel Schulman traz esclarecimento sobre a internação compulsória

Terça, 29 Maio 2018

Gabriel Schulman traz esclarecimento sobre a internação compulsória

Tema:

Internação compulsória

Entrevistado:

Gabriel Schulman

Nesta terça-feira (29) o programa Justiça para Todos conversou com o advogado especialista em Direito da Medicina, Gabriel Schulman, sobre internação compulsória. Os tipos de internações previstas em lei, avanços trazidos pela lei da Reforma Psiquiátrica ecomo ocorriam as internações antes da reforma, foram questões esclarecidas por SchulmanDurante a entrevista, o advogado fez ainda uma reflexão sobre o aprimoramento no tratamento e ressocialização dos dependentes químicos, por parte do Poder Público: O primeiro ponto é não confundir internação com tratamento, a internação é uma etapa do tratamento. O segundo ponto é oferecer uma adequada estrutura da rede de atenção de saúde mental que precisa ser mais ampla, distanciar o tratamento do Direito Penal.” Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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