O Programa mais Recente:

  • Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro esclarece dúvidas com relação a eleição de 2018

    Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro esclarece dúvidas com relação a eleição de 2018

    Entrevistado:

    Siderlei Ostrufka Cordeiro

    Data do Programa:

    Segunda, 13 Agosto 2018

    Tema:

    Eleições 2018

    O Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro conversou com o Justiça para Todos, nesta segunda-feira (13) sobre as eleições de 2018 e suas regras para a propaganda eleitoral. Siderlei deu início a entrevista falando sobre a importância do voto consciente, a obrigatoriedade do voto no Brasil e as resoluções aprovadas pelo TSE para as eleições gerais deste ano. Durante a entrevista Siderley também falou a respeito do combate das chamadas Fake News (notícias falsas). Questionado se os votos brancos e nulos é a maneira mais eficiente de protesto forma de protesto,o juiz ressaltou: “A anulação do voto ou o voto em branco é a maneira mais ineficiente de protesto. Não tem um protesto tão inócuo quanto votar em branco ou votar nulo, porque esse voto não é computado. O teu voto nulo não vai anular a eleição”. Confira aqui a entrevista na íntegra.

Gabriel Schulman traz esclarecimento sobre a internação compulsória

Terça, 29 Maio 2018

Gabriel Schulman traz esclarecimento sobre a internação compulsória

Tema:

Internação compulsória

Entrevistado:

Gabriel Schulman

Nesta terça-feira (29) o programa Justiça para Todos conversou com o advogado especialista em Direito da Medicina, Gabriel Schulman, sobre internação compulsória. Os tipos de internações previstas em lei, avanços trazidos pela lei da Reforma Psiquiátrica ecomo ocorriam as internações antes da reforma, foram questões esclarecidas por SchulmanDurante a entrevista, o advogado fez ainda uma reflexão sobre o aprimoramento no tratamento e ressocialização dos dependentes químicos, por parte do Poder Público: O primeiro ponto é não confundir internação com tratamento, a internação é uma etapa do tratamento. O segundo ponto é oferecer uma adequada estrutura da rede de atenção de saúde mental que precisa ser mais ampla, distanciar o tratamento do Direito Penal.” Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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