O Programa mais Recente:

  • Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro esclarece dúvidas com relação a eleição de 2018

    Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro esclarece dúvidas com relação a eleição de 2018

    Entrevistado:

    Siderlei Ostrufka Cordeiro

    Data do Programa:

    Segunda, 13 Agosto 2018

    Tema:

    Eleições 2018

    O Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro conversou com o Justiça para Todos, nesta segunda-feira (13) sobre as eleições de 2018 e suas regras para a propaganda eleitoral. Siderlei deu início a entrevista falando sobre a importância do voto consciente, a obrigatoriedade do voto no Brasil e as resoluções aprovadas pelo TSE para as eleições gerais deste ano. Durante a entrevista Siderley também falou a respeito do combate das chamadas Fake News (notícias falsas). Questionado se os votos brancos e nulos é a maneira mais eficiente de protesto forma de protesto,o juiz ressaltou: “A anulação do voto ou o voto em branco é a maneira mais ineficiente de protesto. Não tem um protesto tão inócuo quanto votar em branco ou votar nulo, porque esse voto não é computado. O teu voto nulo não vai anular a eleição”. Confira aqui a entrevista na íntegra.

Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos esclarece dúvidas sobre medidas protetivas

Quarta, 22 Novembro 2017

Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos esclarece dúvidas sobre medidas protetivas

Tema:

Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa

Entrevistado:

Zilda Romero

Continuando o especial sobre a Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa, o Justiça Para Todos conversou com a juíza Zilda Romero, que trouxe mais informações sobre o combate à violência doméstica e familiar. “Nós todos sabemos que em nossa sociedade ainda há muita desigualdade entre o homem e a mulher. Apesar de todos os avanços, a mulher ainda sofre discriminação em todos os âmbitos”, reflete. A magistrada também explicou aos ouvintes quais são os tipos mais comuns de agressão doméstica e familiar, e ressaltou a importância da Lei Maria da Penha no combate a essa forma de violência. “Foi uma das maiores conquistas às mulheres adeptas em movimentos dos direitos iguais. A mulher não quer privilégios; ela quer igualdade de direitos”, observa.
Na oportunidade, a juíza também esclareceu o que são medidas protetivas e de que maneira a vítima pode fazer uma denúncia de violência doméstica e familiar. Por fim, Zilda destacou a necessidade de haver uma conscientização e participação de toda a comunidade no enfrentamento à violência contra a mulher e à desigualdade de gênero: “Precisamos que haja um engajamento de toda a sociedade, em todas as áreas, para um enfrentamento a essa forma de violência. É um compromisso de todos”, conclui.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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