O Programa mais Recente:

  • Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro esclarece dúvidas com relação a eleição de 2018

    Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro esclarece dúvidas com relação a eleição de 2018

    Entrevistado:

    Siderlei Ostrufka Cordeiro

    Data do Programa:

    Segunda, 13 Agosto 2018

    Tema:

    Eleições 2018

    O Juiz Siderlei Ostrufka Cordeiro conversou com o Justiça para Todos, nesta segunda-feira (13) sobre as eleições de 2018 e suas regras para a propaganda eleitoral. Siderlei deu início a entrevista falando sobre a importância do voto consciente, a obrigatoriedade do voto no Brasil e as resoluções aprovadas pelo TSE para as eleições gerais deste ano. Durante a entrevista Siderley também falou a respeito do combate das chamadas Fake News (notícias falsas). Questionado se os votos brancos e nulos é a maneira mais eficiente de protesto forma de protesto,o juiz ressaltou: “A anulação do voto ou o voto em branco é a maneira mais ineficiente de protesto. Não tem um protesto tão inócuo quanto votar em branco ou votar nulo, porque esse voto não é computado. O teu voto nulo não vai anular a eleição”. Confira aqui a entrevista na íntegra.

Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos aborda a aplicação da Justiça Restaurativa nesse tipo de violência

Sexta, 24 Novembro 2017

Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos aborda a aplicação da Justiça Restaurativa nesse tipo de violência

Tema:

Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa

Entrevistado:

Laryssa Copack Muniz

No encerramento do especial sobre a Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa, o programa Justiça Para Todos conversou, nesta sexta-feira (24), com a juíza Laryssa Copack Muniz, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Ponta Grossa. Ela trouxe mais informações sobre Justiça Restaurativa e de que forma ela pode ser aplicada nesses casos. “É uma justiça que olha para o futuro, que permite, para as pessoas envolvidas num conflito, que elas possam participar da construção de um novo jeito de viver – muito embora tenha acontecido o rompimento –, e tenta restaurar aquele tecido social que foi maculado com um conflito, crime ou qualquer tipo de violência”, comenta.
A magistrada também falou sobre os projetos atualmente desenvolvidos pelo Juizado de Ponta Grossa no combate à violência doméstica e familiar, avaliando a eficácia dessas iniciativas. “É um exemplo claro de que intervenções que façam a pessoa pensar e se responsabilizar podem, sim, surtir efeito e reduzir a violência de gênero”, pontua. A juíza explicou, ainda, qual a importância do trabalho com o agressor nesses tipos de violência.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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