O Programa mais Recente:

  • Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Entrevistado:

    Adriana de Lourdes Simette,

    Data do Programa:

    Quarta, 13 Fevereiro 2019

    Tema:

    Programa Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola

    A juíza diretora do Fórum Descentralizado de Santa Felicidade, Adriana de Lourdes Simette, participou nesta quarta-feira (13) do programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos. A magistrada falou para os ouvintes da Paraná Educativa, AM-630, sobre o Programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”, mais especificamente sobre o seu funcionamento no Fórum de Santa Felicidade.

    O programa, desenvolvido pelo desembargador Roberto Portugal Bacellar, completou recentemente 25 anos e já atendeu mais de 6 milhões de crianças em todo o Brasil. A iniciativa, criada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), é coordenada no Paraná pela 2ª vice-presidência. A juíza Adriana explica que o objetivo é promover a aproximação do Poder Judiciário com a comunidade, por meio de crianças, que estão na faixa etária dos 9 aos 11 anos.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Entenda o que é e como funciona o compliance

Quarta, 13 Junho 2018

Entenda o que é e como funciona o compliance

Tema:

Compliance

Entrevistado:

Jovacy Peter Filho

O tema discutido no Justiça para Todos, desta quarta-feira (13) foi o funcionamento do programa de compliance, também chamado de programa de integridade. Quem trouxe mais informações aos ouvintes da rádio Educativa sobre o assunto foi o advogado e vice-presidente da Academia Brasileira de Direitos Humanos, Jovacy Peter Filho. O conceito de compliance, quais são seus benefícios e como ele pode ser aplicado ao sistema eleitoral foram questões esclarecidas por Jovacy. Com relação a aplicação do compliance nas empresas, o advogado afirmou: “é necessário que um dos pilares de um programa de compliance efetivo seja o comprometimento da alta gestão. É o que os americanos chamam de ‘tone of the top’ , ou seja, é o ‘ tom do topo’. Se não há um tom ditado pelo topo, nós não podemos exigir que aqueles colaboradores que estão na base da estrutura hajam de forma desconexa com aquilo que o topo determina”. Confira aqui a entrevista na íntegra.

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