O Programa mais Recente:

  • Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Entrevistado:

    Adriana de Lourdes Simette,

    Data do Programa:

    Quarta, 13 Fevereiro 2019

    Tema:

    Programa Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola

    A juíza diretora do Fórum Descentralizado de Santa Felicidade, Adriana de Lourdes Simette, participou nesta quarta-feira (13) do programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos. A magistrada falou para os ouvintes da Paraná Educativa, AM-630, sobre o Programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”, mais especificamente sobre o seu funcionamento no Fórum de Santa Felicidade.

    O programa, desenvolvido pelo desembargador Roberto Portugal Bacellar, completou recentemente 25 anos e já atendeu mais de 6 milhões de crianças em todo o Brasil. A iniciativa, criada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), é coordenada no Paraná pela 2ª vice-presidência. A juíza Adriana explica que o objetivo é promover a aproximação do Poder Judiciário com a comunidade, por meio de crianças, que estão na faixa etária dos 9 aos 11 anos.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Entenda o que é a violência obstétrica com a defensora pública Eliana Lopes

Quarta, 26 Setembro 2018

Entenda o que é a violência obstétrica com a defensora pública Eliana Lopes

Tema:

Violência obstétrica

Entrevistado:

Eliana Lopes

Nesta quarta-feira (26), o tema debatido pelo Justiça para Todos foi a violência obstétrica. A defensora pública Eliana Lopes trouxe mais informações e esclarecimentos a respeito do assunto. A convidada deu início a entrevista apontando situações que podem ser consideradas como violência obstétrica, destacou o que a legislação prevê como consequência para os autores desse tipo de violência e explicou o motivo da elevada subnotificação desses casos. “Muitas vezes as mulheres têm vergonha ou até trauma, mas o mais importante é que muita mulheres não sabem que sofreram a violência obstétrica”, ressaltouCom relação aos traumas deixados pela violência obstétrica, Lopes pontuou: “Muitas mulheres ficam com medo até de ter outros filhos. Então os danos sofridos podem ser desde danos estéticos, danos a uma vida de relação sexual, danos morais, danos morais impróprios”. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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