O Programa mais Recente:

  • Conheça o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Conheça o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Entrevistado:

    Samia Saad Galotti Bonavides

    Data do Programa:

    Terça, 22 Janeiro 2019

    Tema:

    Trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do MPPR

    Nesta terça-feira (22), o Justiça para Todos conversou com a procuradora de justiça Samia Saad Galotti Bonavides sobre o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Práticas de Incentivo à Autocomposição do Ministério Público do Paraná. A convidada deu início a entrevista explicando o que são os métodos alternativos de resolução de conflitos, os principais objetivos da iniciativa do MPPR e como funcionará na prática o trabalho realizado pelo Núcleo. Além de falar sobre a importância da política de incentivo e aperfeiçoamento dos mecanismos de autocomposição, Samia apontou os benefícios que estas práticas trazem a sociedade. Com relação aos planos para o ano de 2019, a procuradora ressaltou: “Os planos são no sentido do Núcleo se consolidar e principalmente, conseguir estimular e atuar em composição na área dos direitos difusos e coletivos”.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Entenda como funciona o projeto no acolhimento e auxílio a imigrantes e refugiados

Sexta, 08 Junho 2018

Entenda como funciona o projeto no acolhimento e auxílio a imigrantes e refugiados

Tema:

Programa Política Migratória e Universidade Brasileira da UFPR, no auxílio a imigrantes e refugiados

Entrevistado:

Tatyana Scheila Friedrich

A professora da Universidade Federal do Paraná, Tatyana Scheila Friedrich, conversou com o Justiça para Todos nesta sexta-feira (8), sobre o trabalho desenvolvido pelo programa Política Migratória e Universidade Brasileira da UFPR, no auxílio a imigrantes e refugiados. A criação do projeto, seu aprimoramento ao longo dos anos e as maiores dificuldades encontradas pelos imigrantes e refugiados foram questões abordadas na entrevista. O projeto conta com o ensino da língua portuguesa, aulas de informática, atendimento psicológico e assessoria jurídica. Durante a entrevista, Tatyana citou quais são os planos e expectativas para o futuro: “ Queremos muito ampliar essas vagas dentro da universidade para que eles (imigrantes) tenham mais opções de acesso ao meio universitário. A gente quer trabalhar mais no campo dos refugiados e claro, influenciar nas políticas públicas, ter uma atuação mais contundente nesses colegiados que envolvem a sociedade”. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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