O Programa mais Recente:

  •  Juíza Mônica Fleith fala sobre as possíveis punições para o crime de violência doméstica

    Juíza Mônica Fleith fala sobre as possíveis punições para o crime de violência doméstica

    Entrevistado:

    Mônica Fleith

    Data do Programa:

    Terça, 12 Março 2019

    Tema:

    Punições para o crime de violência doméstica

    A série especial de entrevistas realizadas pelo programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos, na Semana Nacional Pela Paz em Casa, recebeu na terça-feira (12), a juíza Mônica Fleith, que atua no juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da comarca de Maringá, para falar sobre as possíveis punições e consequências à pessoa que cometem crimes que envolvem violência doméstica.

    A magistrada detalhou como acontece, na prática, a punição ao agressor, explicando que a pena depende da gravidade do delito praticado. Alguns crimes decorrentes da violência doméstica podem ter penas que serão cumpridas em regime aberto, excetuando situações mais graves como, por exemplo, o estupro e o feminicídio. Segundo a magistrada, em Maringá os agressores em cumprimento da pena são encaminhados a grupos de reeducação, que têm como propósito promover orientação e reflexão sobre as questões relacionadas aos delitos que ocasionaram suas prisões. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Entenda as mudanças trazidas pelo provimento de número de 63 de 2017

Terça, 18 Dezembro 2018

 Entenda as mudanças trazidas pelo provimento de número de 63 de 2017

Tema:

Provimento de número de 63 de 2017 do Conselho Nacional de Justiça

Entrevistado:

Ricardo Calderón

Nesta terça-feira (18), o programa de rádio da AMAPAR, Justiça para Todos, conversou com o advogado Ricardo Calderón sobre as mudanças trazidas pelo Provimento de número de 63 de 2017 do Conselho Nacional de Justiça. O que está disposto no Provimento, os objetivos das mudanças decorrentes deste provimento e quais os requisitos trazidos pelo mesmo para reconhecimento extrajudicial da filiação socioafetiva, foram questões esclarecidas pelo advogado no início da entrevista. Na oportunidade, Ricardo também apresentou as consequências jurídicas do reconhecimento de uma paternidade socioafetiva. Com relação aos beneficios das mudanças, Ricardo Calderón destacou:“Algumas questões que antes demandavam uma ação judicial que poderia ser um pouco mais lenta, cara e complexa, passam a partir do provimento a serem resolvidas diretamente no balcão do cartório”. Confira aqui a entrevosta na íntegra. 

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