O Programa mais Recente:

  • Justiça Para Todos discute os direitos trabalhistas das empregadas domésticas

    Justiça Para Todos discute os direitos trabalhistas das empregadas domésticas

    Entrevistado:

    Ana Paula Leal

    Data do Programa:

    Quinta, 27 Abril 2017

    Tema:

    Direitos trabalhistas das empregadas domésticas

    Nesta quinta-feira (27), Dia Nacional da Empregada Doméstica, o programa Justiça Para Todos conversou com a advogada Ana Paula Leal sobre os direitos das trabalhadoras dessa categoria. Ela explicou aos ouvintes as características da atividade que a diferenciam do trabalho das diaristas: “A partir de três dias [de trabalho] na semana, já há um vínculo de empregado doméstico”, afirma a advogada. Na oportunidade, Ana Paula também comentou sobre as garantias asseguradas às trabalhadoras domésticas com a nova legislação referente à categoria – a Lei Complementar nº 150, de 2015 –, como o direito ao recebimento por horas extras e, também, à contribuição para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). “Agora, os empregados domésticos têm uma integração completa de todos os benefícios previdenciários”, observa a advogada.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Crimes internacionais são discutidos no Justiça para Todos

Quinta, 02 Março 2017

Crimes internacionais são discutidos no Justiça para Todos

Tema:

Crimes Internacionais

Entrevistado:

Cássio Zen

 

O programa Justiça para Todos recebeu na rádio Educativa, AM 630, o advogado Cássio Zen, que explicou ao ouvinte um pouco mais sobre crimes internacionais.


O advogado, já no início da entrevista, falou sobre os crimes mais comuns cometidos em âmbito internacional. ‘‘Dos crimes internacionais, temos quatro crimes principais, previstos no Estatuto de Roma, que são: genocídio, o crime contra a humanidade, o crime de guerra e o crime de agressão, que ainda não está em plena operação’’, disse e prosseguiu: ‘‘o crime mais comum, hoje, desses, pode ser tanto o crime contra a humanidade quanto o crime de genocídio’’.


Ao final da entrevista, Zen explicou o papel dos Direitos Humanos, em relação à crimes internacionais. ‘‘Os Direitos Humanos garantem a presença de um advogado, tanto para as vítimas quanto para os acusados’’, afirmou e concluiu: ‘‘garante o direito de ter um processo transparente, uma pena cumprida dentro de um quadro que respeite os direitos humanos do acusado; tem o direito da vítima saber o que aconteceu, saber a verdade’’.

 

Confira a entrevista na íntegra com o advogado Cássio Zen

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