O Programa mais Recente:

  • Justiça Para Todos traz mais informações sobre conciliação e mediação

    Justiça Para Todos traz mais informações sobre conciliação e mediação

    Entrevistado:

    Samia Saad Gallotti Bonavides

    Data do Programa:

    Quarta, 18 Outubro 2017

    Tema:

    Resolução consensual de conflitos

    O Justiça Para Todos recebeu, nesta quarta-feira (18), a procuradora de Justiça Samia Saad Gallotti Bonavides, coordenadora do Comitê Permanente de Incentivo à Autocomposição do Ministério Público do Paraná. Ela trouxe mais informações sobre métodos consensuais de resolução de conflitos, como a conciliação e a mediação. Explicando o surgimento dessas práticas no Judiciário brasileiro, a procuradora explicou aos ouvintes no que consistem esses métodos e quais são as vantagens, para as partes de um processo, de optar pela via conciliatória. “Em um conflito levado para o juiz, há um recorte da situação; às vezes, em um processo, não se discute o problema como um todo. Em uma mesa de conciliação ou de mediação, há a oportunidade de expor todos os ressentimentos, tudo aquilo que o problema causou à pessoa”, comenta.
    Durante a conversa, a procuradora também falou sobre as frentes de trabalho do comitê especializado do MPPR, esclarecendo como o órgão tem trabalhado para estimular a cultura da conciliação. “Há um consenso da comunidade jurídica de que esse é o caminho. E isso não beneficia somente o Ministério Público, o Poder Judiciário e a advocacia, mas o sistema como um todo – e, principalmente, as pessoas”, conclui.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Crimes internacionais são discutidos no Justiça para Todos

Quinta, 02 Março 2017

Crimes internacionais são discutidos no Justiça para Todos

Tema:

Crimes Internacionais

Entrevistado:

Cássio Zen

 

O programa Justiça para Todos recebeu na rádio Educativa, AM 630, o advogado Cássio Zen, que explicou ao ouvinte um pouco mais sobre crimes internacionais.


O advogado, já no início da entrevista, falou sobre os crimes mais comuns cometidos em âmbito internacional. ‘‘Dos crimes internacionais, temos quatro crimes principais, previstos no Estatuto de Roma, que são: genocídio, o crime contra a humanidade, o crime de guerra e o crime de agressão, que ainda não está em plena operação’’, disse e prosseguiu: ‘‘o crime mais comum, hoje, desses, pode ser tanto o crime contra a humanidade quanto o crime de genocídio’’.


Ao final da entrevista, Zen explicou o papel dos Direitos Humanos, em relação à crimes internacionais. ‘‘Os Direitos Humanos garantem a presença de um advogado, tanto para as vítimas quanto para os acusados’’, afirmou e concluiu: ‘‘garante o direito de ter um processo transparente, uma pena cumprida dentro de um quadro que respeite os direitos humanos do acusado; tem o direito da vítima saber o que aconteceu, saber a verdade’’.

 

Confira a entrevista na íntegra com o advogado Cássio Zen

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