O Programa mais Recente:

  • Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos aborda a aplicação da Justiça Restaurativa nesse tipo de violência

    Especial Combate à Violência Doméstica e Familiar – Justiça Para Todos aborda a aplicação da Justiça Restaurativa nesse tipo de violência

    Entrevistado:

    Laryssa Copack Muniz

    Data do Programa:

    Sexta, 24 Novembro 2017

    Tema:

    Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa

    No encerramento do especial sobre a Semana Nacional Justiça pela Paz em Casa, o programa Justiça Para Todos conversou, nesta sexta-feira (24), com a juíza Laryssa Copack Muniz, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar de Ponta Grossa. Ela trouxe mais informações sobre Justiça Restaurativa e de que forma ela pode ser aplicada nesses casos. “É uma justiça que olha para o futuro, que permite, para as pessoas envolvidas num conflito, que elas possam participar da construção de um novo jeito de viver – muito embora tenha acontecido o rompimento –, e tenta restaurar aquele tecido social que foi maculado com um conflito, crime ou qualquer tipo de violência”, comenta.
    A magistrada também falou sobre os projetos atualmente desenvolvidos pelo Juizado de Ponta Grossa no combate à violência doméstica e familiar, avaliando a eficácia dessas iniciativas. “É um exemplo claro de que intervenções que façam a pessoa pensar e se responsabilizar podem, sim, surtir efeito e reduzir a violência de gênero”, pontua. A juíza explicou, ainda, qual a importância do trabalho com o agressor nesses tipos de violência.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Crimes internacionais são discutidos no Justiça para Todos

Quinta, 02 Março 2017

Crimes internacionais são discutidos no Justiça para Todos

Tema:

Crimes Internacionais

Entrevistado:

Cássio Zen

 

O programa Justiça para Todos recebeu na rádio Educativa, AM 630, o advogado Cássio Zen, que explicou ao ouvinte um pouco mais sobre crimes internacionais.


O advogado, já no início da entrevista, falou sobre os crimes mais comuns cometidos em âmbito internacional. ‘‘Dos crimes internacionais, temos quatro crimes principais, previstos no Estatuto de Roma, que são: genocídio, o crime contra a humanidade, o crime de guerra e o crime de agressão, que ainda não está em plena operação’’, disse e prosseguiu: ‘‘o crime mais comum, hoje, desses, pode ser tanto o crime contra a humanidade quanto o crime de genocídio’’.


Ao final da entrevista, Zen explicou o papel dos Direitos Humanos, em relação à crimes internacionais. ‘‘Os Direitos Humanos garantem a presença de um advogado, tanto para as vítimas quanto para os acusados’’, afirmou e concluiu: ‘‘garante o direito de ter um processo transparente, uma pena cumprida dentro de um quadro que respeite os direitos humanos do acusado; tem o direito da vítima saber o que aconteceu, saber a verdade’’.

 

Confira a entrevista na íntegra com o advogado Cássio Zen

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