O Programa mais Recente:

  • Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Entrevistado:

    Adriana de Lourdes Simette,

    Data do Programa:

    Quarta, 13 Fevereiro 2019

    Tema:

    Programa Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola

    A juíza diretora do Fórum Descentralizado de Santa Felicidade, Adriana de Lourdes Simette, participou nesta quarta-feira (13) do programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos. A magistrada falou para os ouvintes da Paraná Educativa, AM-630, sobre o Programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”, mais especificamente sobre o seu funcionamento no Fórum de Santa Felicidade.

    O programa, desenvolvido pelo desembargador Roberto Portugal Bacellar, completou recentemente 25 anos e já atendeu mais de 6 milhões de crianças em todo o Brasil. A iniciativa, criada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), é coordenada no Paraná pela 2ª vice-presidência. A juíza Adriana explica que o objetivo é promover a aproximação do Poder Judiciário com a comunidade, por meio de crianças, que estão na faixa etária dos 9 aos 11 anos.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Conheça as clínicas populares e como elas funcionam

Segunda, 08 Outubro 2018

Conheça as clínicas populares e como elas funcionam

Tema:

Clínica popular

Entrevistado:

Melissa Kanda

Nesta segunda-feira (8), o Justiça para Todos conversou com a advogada Melissa Kanda, sobre as chamadas Clínicas Populares. A convidada trouxe informações e esclarecimentos a respeito do assunto, apontando as características, os diferenciais dessas clínicas e a sua regulação. Além de destacar os fatores que contribuíram para o crescimento desse serviço, como a crise econômica, Melissa também apresentou as vantagens e desvantagens desse tipo de serviço médico. Questionada a respeito do impacto da clínica popular sobre o Sistema único de Saúde, ela ressaltou: “A clínica popular realmente serve para as questões menos complexas, porque só quando a gente fala de atenção básica, é que a gente pode dizer que elas desafogam o SUS. As situações mais complexas elas não conseguem suprir”.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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