O Programa mais Recente:

  •  Juíza Mônica Fleith fala sobre as possíveis punições para o crime de violência doméstica

    Juíza Mônica Fleith fala sobre as possíveis punições para o crime de violência doméstica

    Entrevistado:

    Mônica Fleith

    Data do Programa:

    Terça, 12 Março 2019

    Tema:

    Punições para o crime de violência doméstica

    A série especial de entrevistas realizadas pelo programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos, na Semana Nacional Pela Paz em Casa, recebeu na terça-feira (12), a juíza Mônica Fleith, que atua no juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da comarca de Maringá, para falar sobre as possíveis punições e consequências à pessoa que cometem crimes que envolvem violência doméstica.

    A magistrada detalhou como acontece, na prática, a punição ao agressor, explicando que a pena depende da gravidade do delito praticado. Alguns crimes decorrentes da violência doméstica podem ter penas que serão cumpridas em regime aberto, excetuando situações mais graves como, por exemplo, o estupro e o feminicídio. Segundo a magistrada, em Maringá os agressores em cumprimento da pena são encaminhados a grupos de reeducação, que têm como propósito promover orientação e reflexão sobre as questões relacionadas aos delitos que ocasionaram suas prisões. Confira aqui a entrevista na íntegra. 

Conheça os direitos da pessoa idosa

Quinta, 20 Dezembro 2018

Conheça os direitos da pessoa idosa

Tema:

trabalhoTrabalho desenvolvido pela Comissão de Direito da Pessoa Idosa da OAB-PR

Entrevistado:

Rosângela Maria Lucinda

O trabalho desenvolvido pela Comissão de Direito da Pessoa Idosa da OAB-PR, foi o tema debatido no Justiça para Todos, nesta quinta-feira (20). A advogada presidente da Comissão, Rosângela Maria Lucinda, também vice-presidente da Comissão Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa e conselheira no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, trouxe mais informações e esclarecimentos a respeito do assunto. As frentes de trabalho da comissão, a atuação da mesma no ano de 2018 e a carta da 1ª Conferência Nacional da Pessoa Idosa, bem como, os compromissos assumidos neste documento, foram questões abordadas pela convidada no início da entrevista. Na oportunidade, Rosângela também apontou o que está previsto no Estatuto do Idoso e as situações mais frequentes de desrespeito. Com relação a sua experiência pessoal atuando nesta área, Rosângela Maria Lucinda ressaltou: “Eu estou muito feliz em contribuir, porque estou contribuindo párea a minha própria família, para comigo mesma, para meus futuros netos, então esse o legado que se deixa...” Confira aqui a entrevista na íntegra. 

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