O Programa mais Recente:

  • Associações sindicais são tema de edição do Justiça Para Todos

    Associações sindicais são tema de edição do Justiça Para Todos

    Entrevistado:

    Sandro Lunard Nicoladeli

    Data do Programa:

    Segunda, 17 Julho 2017

    Tema:

    Associações sindicais

    O Justiça Para Todos conversou, nesta segunda-feira (17), com o advogado e professor Sandro Lunard Nicoladeli, que trouxe aos ouvintes mais informações sobre associações sindicais. Contextualizando historicamente o funcionamento e a atuação dos sindicatos no Brasil, o advogado elencou as leis que garantem, no sistema jurídico do país, o direito à liberdade sindical, bem como as principais normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) referentes a esse tipo de associação.
    Nicoladeli também esclareceu dúvidas recorrentes relacionadas ao tema, como a diferença entre sindicatos e associações profissionais, a função dos sindicatos patronais e os tipos de contribuição sindical previstos na legislação brasileira. O advogado discutiu, também, a importância desse tipo de associação na fiscalização das condições de trabalho, bem como na mediação entre as ações do Estado e os interesses dos trabalhadores. “Os sindicatos cumprem um papel importantíssimo como um agente de regulação do mercado de trabalho, e cumprem um papel fundamental, também, de ser a voz e a interlocução política dos trabalhadores na sociedade”, comenta.
    Confira aqui a entrevista na íntegra.

Acordos de leniência e delação premiada são tema do Justiça Para Todos

Quarta, 05 Julho 2017

Acordos de leniência e delação premiada são tema do Justiça Para Todos

Tema:

Acordo de leniência e delação premiada

Entrevistado:

Marlus Arns de Oliveira

Nesta quarta-feira (05), o Justiça Para Todos conversou com o advogado Marlus Arns de Oliveira, que trouxe aos ouvintes da rádio Educativa mais informações sobre acordos de leniência e colaboração premiada. Ele explicou, primeiramente, a definição dos dois conceitos e suas origens no Judiciário brasileiro, avaliando a importância desses tipos de acordo na investigação de casos de corrupção. “O colaborador traz fatos que são muito difíceis de serem investigados; fatos que ocorrem dentro de uma organização criminosa e que apenas as pessoas que estão dentro dessa organização têm conhecimento”, comenta.
Durante a conversa, o advogado também explicou quais são os pré-requisitos para o fechamento desse tipo de colaboração, bem como as obrigações e os benefícios das empresas ou pessoas físicas que firmam esses acordos com o poder público. Falando sobre sua experiência profissional na área, Arns refletiu, ainda, sobre os principais desafios no contexto político e jurídico para a eficácia do combate à corrupção. “O momento é de aperfeiçoarmos esse instituto da colaboração e da leniência para que ele traga o maior benefício possível para o Estado e para aqueles que colaborem”, destaca o advogado.
Confira aqui a entrevista na íntegra.

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