O Programa mais Recente:

  • Conheça o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil

    Conheça o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil

    Entrevistado:

    Sérgio Kreuz

    Data do Programa:

    Quinta, 19 Julho 2018

    Tema:

    Aplicativo para adoção

    O Justiça para Todos desta quinta- feira (19) conversou com o juiz Sérgio Kreuz sobre o A.DOT, primeiro aplicativo de adoção do Brasil, lançado no dia 25 de maio, em comemoração ao dia nacional da adoção. O magistrado iniciou a conversa explicando o motivo pelo qual houve a necessidade da criação do aplicativo, seu funcionamento na prática e o principal objetivo da ferramenta, que é dar visibilidade as adoções chamadas “difíceis” como, por exemplo, de crianças e adolescentes mais velhos e grupos de irmãos.

    O processo de produção do conteúdo, como vídeos e fotos das crianças, disponível no aplicativo para consulta exclusiva dos pretendentes também foi abordado durante a entrevista. O juiz falou sobre os cuidados necessários para a produção desse conteúdo, com o objetivo de não criar falsas esperanças para a criança. Com relação aos benefícios trazidos pelo aplicativo ao sistema de adoção brasileiro, Kreuz ressaltou: “A criança tem direito, de acordo com a Constituição, de viver em uma família, e para isso nós precisamos buscar alternativas. O aplicativo vem nessa direção para tentar viabilizar a convivência familiar dessas crianças e adolescentes”. Confira aqui a entrevista na íntegra.

A desembargadora Lenice Bodstein fala sobre o acesso à justiça

Quarta, 04 Julho 2018

 A desembargadora Lenice Bodstein fala sobre o acesso à justiça

Tema:

Acesso á justiça

Entrevistado:

Lenice Bodstein

A desembargadora Lenice Bodstein participou do Justiça para Todos desta quarta-feira (4) e trouxe aos ouvintes da rádio Educativa uma reflexão sobre o acesso à justiça no nosso paísA magistrada deu início a entrevista explicando o que está previsto na nossa Constituição Federal com relação ao tema. Além disso, ela explicou quem tem direito e como funciona na prática a justiça gratuita. A desembargadora também destacou o trabalho desenvolvido pela Defensoria Pública do Paraná no atendimento a população hipossuficienteDurante a conversa, a entrevistada comentou ainda sobre um estudo do Superior Tribunal de Justiça com relação as chamadas ações predatórias que, de acordo com a magistrada, consomem o orçamento da Justiça e não atingem números expressivos de cidadãos. “Existem muitas ações que incham todo o trabalho, não só do Tribunal, como também da OAB e dos defensores. Por exemplo, nós temos estatisticamente a telefonia onde as ações se repetem”, ressaltou. Confira aqui a entrevista na íntegra 


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