O Programa mais Recente:

  • Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Conheça o programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”

    Entrevistado:

    Adriana de Lourdes Simette,

    Data do Programa:

    Quarta, 13 Fevereiro 2019

    Tema:

    Programa Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola

    A juíza diretora do Fórum Descentralizado de Santa Felicidade, Adriana de Lourdes Simette, participou nesta quarta-feira (13) do programa de rádio da AMAPAR, o Justiça para Todos. A magistrada falou para os ouvintes da Paraná Educativa, AM-630, sobre o Programa “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”, mais especificamente sobre o seu funcionamento no Fórum de Santa Felicidade.

    O programa, desenvolvido pelo desembargador Roberto Portugal Bacellar, completou recentemente 25 anos e já atendeu mais de 6 milhões de crianças em todo o Brasil. A iniciativa, criada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), é coordenada no Paraná pela 2ª vice-presidência. A juíza Adriana explica que o objetivo é promover a aproximação do Poder Judiciário com a comunidade, por meio de crianças, que estão na faixa etária dos 9 aos 11 anos.  Confira aqui a entrevista na íntegra. 

A desembargadora Lenice Bodstein fala sobre o acesso à justiça

Quarta, 04 Julho 2018

 A desembargadora Lenice Bodstein fala sobre o acesso à justiça

Tema:

Acesso á justiça

Entrevistado:

Lenice Bodstein

A desembargadora Lenice Bodstein participou do Justiça para Todos desta quarta-feira (4) e trouxe aos ouvintes da rádio Educativa uma reflexão sobre o acesso à justiça no nosso paísA magistrada deu início a entrevista explicando o que está previsto na nossa Constituição Federal com relação ao tema. Além disso, ela explicou quem tem direito e como funciona na prática a justiça gratuita. A desembargadora também destacou o trabalho desenvolvido pela Defensoria Pública do Paraná no atendimento a população hipossuficienteDurante a conversa, a entrevistada comentou ainda sobre um estudo do Superior Tribunal de Justiça com relação as chamadas ações predatórias que, de acordo com a magistrada, consomem o orçamento da Justiça e não atingem números expressivos de cidadãos. “Existem muitas ações que incham todo o trabalho, não só do Tribunal, como também da OAB e dos defensores. Por exemplo, nós temos estatisticamente a telefonia onde as ações se repetem”, ressaltou. Confira aqui a entrevista na íntegra 


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