Aquisição de 3 mil computadores pelo TJ-PR, sendo a maioria ao 1º grau, atende requerimento da AMAPAR

Rômulo Cardoso Segunda, 07 Agosto 2017

Em sintonia com requerimento apresentado pela AMAPAR, o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), desembargador Renato Braga Bettega, assinou contrato para fornecer novos equipamentos de informática aos magistrados e servidores. A empresa contratada, a partir da publicação no Diário da Justiça, terá 60 dias para entregar o primeiro lote de computadores.

 

O TJ-PR explica que o investimento soma 3 mil microcomputadores, da marca HP, sendo 2750 (cerca de 90%) para atender a demanda do interior do estado (1º Grau de Jurisdição), com o intuito de substituir equipamentos defasados, além de proporcionar melhorias na qualidade de trabalho para servidores e magistrados.

 

O restante, 250 máquinas, terá como destino a Secretaria do Tribunal (2º Grau de Jurisdição). “O principal objetivo da compra é melhorar a prestação jurisdicional no 1º Grau de Jurisdição, responsável pelo primeiro contato com o cidadão que procura o Poder Judiciário do Paraná”, como consta na nota divulgada no site do TJ-PR.

 

Ao comentar a boa notícia para a magistratura, o presidente da AMAPAR, Frederico Mendes Junior, lembrou que a demanda era antiga, pois os equipamentos estavam defasados. Também destacou a atenção dada à questão pelo presidente do TJ-PR. “A AMAPAR agradece a forma como o assunto foi tratado pelo presidente do TJ-PR, desembargador Renato Bettega, que conhece a realidade das comarcas, o trabalho magistratura de 1º grau, identificou a necessidade e realizou de imediato, no primeiro semestre do seu mandato, esta aquisição”, disse.

 

REQUERIMENTO DA AMAPAR

 

O investimento anunciado, além de suprir parte das necessidades de equipamentos para magistrados e servidores, atende requerimento formulado pela AMAPAR no mês de setembro do ano passado.

 

Como expôs a AMAPAR, ao oficiar a reivindicação, vários relatos de associados dão conta de que os equipamentos disponibilizados aos magistrados do 1º grau foram adquiridos há vários anos, estão obsoletos, não possuem garantia e, quando apresentam defeitos, não são feitos reparos ou substituição.

 

O último investimento na compra de computadores ocorreu no ano de 2014 e atendeu somente o 2º grau.  “Com a consolidação dos processos eletrônicos, os notebooks são necessários nas audiências, para que o magistrado possa consultar o processo antes de decidir ou formular perguntas nas inquirições, já que não há autos físicos e normalmente o único computador disponível nas salas de audiências é utilizado pelo servidor responsável pela lavratura do termo e pela gravação dos depoimentos”, noticiou a AMAPAR, quando apresentou a reivindicação.

 

Os computadores portáteis também permitem a realização de outra prática mais que frequente na magistratura, que consiste no desenvolvimento dos trabalhos na própria residência, ou em qualquer outro lugar. “Já que o horário regular de expediente infelizmente não tem sido suficiente para vencer a expressiva carga de trabalho que a maioria absoluta dos magistrados de primeiro grau têm sido submetida”, lembrou a entidade na ocasião. 

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